Sistemas Divinos. Há dois. O sistema da Trindade refere-se aos famosos três momentos da Divindade: Espírito, Pai, Filho. E o sistema Dualidade. Nos explica bem Pietro Ubaldi no capítulo II do livro O Sistema, para cada situação há o seu contrário: “Assim, diante do absoluto, nos encontramos no relativo; diante do imutável, no contínuo transformar-se; diante da perfeição, numa condição de imperfeição sempre em movimento para atingir a perfeição; diante da unidade orgânica do Todo, encontramo-nos fragmentados e fechados em nosso individual egocentrismo de egoístas; diante da liberdade do espírito, encontramo-nos prisioneiros no cárcere da matéria e de seu determinismo; diante da onisciência de Deus, estamos imersos em trevas da ignorância; diante do bem, da felicidade, da vida, somos presas do mal, da dor e da morte.”
No fim, tudo um Sistema Único. Como Jesus afirmava, vai do Alfa ao Ômega. Como representa nesta imagem que aqui coloquei: Princípio e Finalidade.
Vou destrinchar esses dois
momentos para entendermos melhor. Nesta Trindade, o momento α-alfa é o instante
inicial, o instante “zero” e infinito, que como Deus não pode ser definido,
pois deixaria de ser infinito, e que sabemos ser Espírito; no intermediário, o
processo Criador, que sabemos ser Pai; o mesmo se completa no momento Ω-ômega,
denominado Filho. Entretanto, mesmo Deus tendo adotado este modelo de Ser como Trino,
é uma Unidade que Ubaldi chama de Tudo-Uno-Deus. O momento αlfa é Deus como puro
pensamento, onde aqui Ele já concebe e formula as Leis e princípios que tudo
irá reger, uma imagem mental de contemplação da obra futura, ou seja, momento antes de
Criar. A transformação para o segundo momento é o da Ação, quando a concepção
no momento α-alfa de puro Espírito e pensamento se tornam Vontade, e são
aplicados aqueles planos concebidos em α-alfa, os princípios das Leis. É este momento da Ação o segundo momento como Deus-Pai, que agindo já encaminha realização da
Criação. Agora o ápice da Trindade, chegando o terceiro momento de onde da
ideia, por meio da ação, a obra se realiza no Ω-ômega, do Deus-Filho. Chega-se
a conhecida frase que Deus é o alfa e ômega de Tudo que existe, e agora
compreendemos essa ideia abstrata de Princípio e fim.
Segue um movimento sempre Trino: A Ideia, a Ação e a Criação. O caminho do puro pensamento Divino obedeceu a uma elaboração da ideia originária, de acordo com os planos pré-concebidos e os princípios da Lei, até o momento que ocorre a gênese da criatura, a Criação propriamente dita. São três momentos distintos, porém, a Substância Divina continua a mesma, tudo dentro de uma Unidade. Podemos fazer uma analogia com a água, embora tenha três momentos (líquido, sólido e gasoso), continua água. Um reflexo perfeito de seu Criador. O Universo é: Matéria, Energia e Espírito, mas continua uma unidade, Universo.
Segue um movimento sempre Trino: A Ideia, a Ação e a Criação. O caminho do puro pensamento Divino obedeceu a uma elaboração da ideia originária, de acordo com os planos pré-concebidos e os princípios da Lei, até o momento que ocorre a gênese da criatura, a Criação propriamente dita. São três momentos distintos, porém, a Substância Divina continua a mesma, tudo dentro de uma Unidade. Podemos fazer uma analogia com a água, embora tenha três momentos (líquido, sólido e gasoso), continua água. Um reflexo perfeito de seu Criador. O Universo é: Matéria, Energia e Espírito, mas continua uma unidade, Universo.
Podemos resumir assim esse
princípio da Trindade do alfa ao ômega, lembrando a explanação no livro Deus e
Universo (capítulo XIII), onde Pietro ressalta o que escreve o apóstolo João em
seu evangelho no capítulo 1-31: O Espírito é o Puro Pensamento, a Concepção; O
Pai é a Ação, o Verbo, a Vontade; O Filho é o ser criado, a gênese da Criação.
Ao mesmo tempo, nesta Trindade permanece o Tudo-Uno de Deus. Agora vamos nos ater ao principal momento da Trindade, no momento ômega do Filho, da criação. Essas comparações e exemplos tornam um conceito abstrato de um momento Super-Conceptual, numa coisa simplória, embora não tenha sido assim tão simples, de tão complexo o que envolve Deus e a criação. Eu que segui este exemplo que se compara mais ou menos em explicar que a sombra só existe por causa da luz. Ou seja, vou usar mais uma redução e distorção até ao nosso nível humano de entendimento, para que possamos compreender.
Nesta visão sintética, nem divisamos ainda o Universo. Chegarei ainda nele. Observamos que agora a Trindade tão misteriosa ficou mais clara, e podemos dizer que tomou um “corpo”, e este em sua maturação transformou-se no final, como o exemplo da água, e continuou sendo Deus. O que ocorreu nesta transformação do terceiro momento da Trindade? Deus multiplicou-se, como se dividindo num número infinito de seres e, no entanto, permaneceu Uno, porque esses seres são de Sua mesma essência, mesma Substância. Esta foi a verdadeira Criação, a primeira e a única. Dentro de três momentos distintos, porém a unidade do Criador permaneceu a mesma, intacta e idêntica, embora multiplicando-se em e por Suas criaturas. Imagem e Semelhança Dele mesmo, refletido e repetido nos semi-deuses.
Não houve divisão, mas multiplicação. Não poderia ser diferente, como já comentamos alhures. Mas aqui fica mais claro como Deus não tira nada de fora para criar, a não ser de Si mesmo, de Sua Substância. Eis a parte final de João: “E nada do que tenha sido feito, foi feito sem Ele”. Essa Trindade ganha o contorno da mais lógica explicação que poderia nos deixar perto de entender Deus como o alfa e ômega. Tão abstratos eram esses conceitos, agora são palpáveis e concretos. Basta lembrarmos do exemplo da água! Estudem e leiam este capítulo do livro Deus & Universo e perceberão que espetáculo maravilhoso percebeu João.
Ao mesmo tempo, nesta Trindade permanece o Tudo-Uno de Deus. Agora vamos nos ater ao principal momento da Trindade, no momento ômega do Filho, da criação. Essas comparações e exemplos tornam um conceito abstrato de um momento Super-Conceptual, numa coisa simplória, embora não tenha sido assim tão simples, de tão complexo o que envolve Deus e a criação. Eu que segui este exemplo que se compara mais ou menos em explicar que a sombra só existe por causa da luz. Ou seja, vou usar mais uma redução e distorção até ao nosso nível humano de entendimento, para que possamos compreender.
Nesta visão sintética, nem divisamos ainda o Universo. Chegarei ainda nele. Observamos que agora a Trindade tão misteriosa ficou mais clara, e podemos dizer que tomou um “corpo”, e este em sua maturação transformou-se no final, como o exemplo da água, e continuou sendo Deus. O que ocorreu nesta transformação do terceiro momento da Trindade? Deus multiplicou-se, como se dividindo num número infinito de seres e, no entanto, permaneceu Uno, porque esses seres são de Sua mesma essência, mesma Substância. Esta foi a verdadeira Criação, a primeira e a única. Dentro de três momentos distintos, porém a unidade do Criador permaneceu a mesma, intacta e idêntica, embora multiplicando-se em e por Suas criaturas. Imagem e Semelhança Dele mesmo, refletido e repetido nos semi-deuses.
Não houve divisão, mas multiplicação. Não poderia ser diferente, como já comentamos alhures. Mas aqui fica mais claro como Deus não tira nada de fora para criar, a não ser de Si mesmo, de Sua Substância. Eis a parte final de João: “E nada do que tenha sido feito, foi feito sem Ele”. Essa Trindade ganha o contorno da mais lógica explicação que poderia nos deixar perto de entender Deus como o alfa e ômega. Tão abstratos eram esses conceitos, agora são palpáveis e concretos. Basta lembrarmos do exemplo da água! Estudem e leiam este capítulo do livro Deus & Universo e perceberão que espetáculo maravilhoso percebeu João.
