domingo, 9 de agosto de 2015

Avanços nas notícias da ciência sobre Reencarnação e física Quântica


Este arquivo (ver link abaixo) demonstra avanços no pensamento da humanidade sobre o tema em nível científico. Usando o conceito de Pietro Ubaldi , o “Vir-a-Ser”, já é uma força positiva sobre este tema milenar: Reencarnação.
Filosofias e religiões podem digladiar sobre o assunto, cada uma expondo seu ponto de vista, porém, no que concerne à ciência, há muitos séculos isto vem sendo uma comprovação atrás da outra, conceituando de que o termo “Repetir”, seja a tônica da dinâmica do Universo. Repetição de ciclos e contínuos “vir-a-ser” nada mais são do que a evidência das palavras de Lavoisier que na “Natureza nada se perde, tudo se transforma”, é uma realidade Quântica. O Espírito vem-a-ser Energia, que vem-a-ser Matéria, e Matéria que vem-a-ser Energia, e por fim, vem-a-ser Espírito. Um ciclo.

Se formos mais a fundo, estudando o estupendo livro do autor citado, A Grande Síntese (1932), vemos que esta tônica de repetir e de vir-a-ser vai além da vida humana, e também aquém, ocorrendo no nível químico, das partículas, em concordância da atual física Quântica. Basta ler os capítulos deste livro mencionado: A Evolução da Matéria por individualidades Químicas (do Hidrogênio às Nebulosas), e mais a frente, A Estequiogêneses e as Espécies Químicas Desconhecidas, e concluindo com, Síntese Cíclica – Lei das Unidades Coletivas e Lei dos Ciclos Múltiplos, concluem aos homens de ciência, que tudo isso nada mais são ao que a humanidade já conhece há milênios pelos gênios da antiguidade, captadas por intuição em suas ideias de que a Reencarnação não é propriedade de uma filosofia ou de uma religião, mas propriedade do mecanismo da vida neste Cosmo. É sequencial, contínuo, inevitável. Cito como escreveu Krishina no Bhagavad-Gita: "A morte é certa para os que nascem. O renascimento é certo para os que morrem. Não deveis afligir-vos pelo que é inevitável".

Inevitável porque é Lei. Nestes três capítulos que citei há alguma delas, leis que complementam a lacuna da ciência tradicional.
Não indo muito longe nem em pormenores dos capítulos destacados, encontramos estas evidências da Vida repetir o fenômeno em todos os princípios desde as origens, na Biologia. Tudo dentro de uma Lei só, partindo de um ponto comum. Pietro Ubaldi chama de modo particular, indo além do Politeísmo e completando o Monoteísmo, encontrando a expressão máxima da verdadeira participação Divina no Todo: Monismo.
A biologia também confirma este “sistema”. É o que diz a lei da biogenética, onde cada ser vivo, parte de um ponto comum, uma mesma célula-ovo germinativa, e se desenvolve no estágio em que se encontra na escalada da Evolução. Basta ver que um embrião humano é indistinguível de um peixe, um réptil, uma ave, ou mesmo outro mamífero, em seus estágios iniciais. Assim, cada ser vivo no reino biológico começa sua vida (encarnação) no mesmo ponto. E cada ser “repte” seu progresso anterior por retornos periódicos, trabalhando com volta às origens para refazer-se sempre, porém cada vez mais rápido, e mais além. Se a biologia procede assim, como ser diferente no nível psíquico com a alma?  Ora, como o patinho começaria a nadar sem este princípio da “repetição”? Diriam que é apenas fisiológico ou dos instintos; claro, também, mas é um esquema pronto que se não tivesse sido feito no passado da espécie, não saberíamos, por exemplo, que temos de mamar sem nunca ter feito. A Ontogênese repete a filogêneses, como então constatam os estudos da embriologia, demonstrando todo o desenvolvimento embrionário é a recapitulação de um processo evolutivo geral e “único” para todos os seres. Assim, todos os seres partem do mais primitivo dos seres até o estágio em que se encontram. Ora, isso jamais será possível sem que tivesse cada qual já participado desse momento, arquivando-o como um conhecimento inato anterior, instintivo. O homem refaz sua trajetória biológica exatamente porque percorreu inúmeras vezes no passado, trazendo-o ainda vivo e automatizado em nossa memória ontológica.

A herança não é só um processo mecânico, mnemônico dos seres que nos antecederam na evolução, é simplesmente a vivência do que a ciência hoje pode chamar de “consciência”, mas que sabemos se tratar da alma, do espírito. A prova é tanta, que quando esta “consciência” se vai e abandona o invólucro material biológico, nada mais temos que uma massa de carne inerte e entregue às novas leis do reciclo à natureza, dos elementos que constituíam aquele corpo. Não é a toa que nossa evolução humana rejeita o aborto e o torna crime, porque não é a rejeição ou eliminação de um estofo celular, sem alma, sem o espírito que o anima, é antes de tudo um ser vivente da Criação. Por sabermos que há uma consciência vindo habitar o corpo formado na concepção, é que a humanidade intuiu, avançando em seus conceitos, que a vida vai além. Para ciência, fica evidente que todos os seres vivos trazem uma “consciência energética” para animar o ser, seja planta, animal ou homem, e, seja enfim, cada nome que conhecemos: alma, espírito, etc.
Ora, uma nova vida humana chegar ao corpo jamais seria possível sem que já tivesse essa “consciência”, participado desse processo, arquivando-o como um conhecimento instintivo. A partir da concepção, a biologia toma conta do desenvolvimento desse instrumento (corpo), que aquela consciência vem habitar.
Onde há lógica nessas afirmações, envolvendo o assunto Reencarnação, repetição, seja da consciência ‘extrafísica’, com a biologia, seja com as demais afirmações que tudo é um esquema só, apenas um arquétipo que a vida segue pra se manifestar?
Ora, vejam que a ciência viu o mesmo princípio de origem do Cosmo, partindo de um único centro germinativo que explodiu ou expandiu, o chamado átomo primordial, para tudo gerar, e a Estequiogêneses que mencionei alhures se desenvolve de uma “célula” física comum, o Hidrogênio, base para a formação subsequente de todos os 94 elementos químicos naturais. Toda a evolução do Cosmo partiu daí. Assim mesmo que a ontogenia se inicia nos primórdios da vida, pois trazemos como registro arquetípico toda a evolução planetária, exatamente porque participamos dessa mesma história há 13,8 bilhões de anos. É por isso que o princípio é o mesmo, seja na formação de uma nebulosa, futura galáxia, e com seus sistemas solares. O Macro “repete” o micro e vice-versa. Em todos os pontos do Universo, a vida não segue padrões diferentes, mas apenas um arquétipo primordial. Há diversidade, o que é diferente. A singularidade inicial, o epicentro foi o Big Bang. O epicentro da galáxia é um ponto luminoso de nuvens de gases em ritmo circular com forças centrípetas e centrífugas, da nebulosa. O epicentro de um sistema solar procede deu uma nebulosa desgarrada do centro da galáxia, cujo centro será o “sol” daquele sistema, a célula-ovo dos planetas que se desagarram pela força centrífuga ser maior, porém, com a monstruosa gravidade, faz com tudo tenha sempre um centro, e os elementos, que gravitam em torno desse centro. O Epicentro dos elétrons é o átomo. Enfim, o epicentro dos seres na biologia é a célula-ovo. E o epicentro de toda a criação é seu Criador, onde toda a vida gravita. Esta é toda lógica do sistema e seus ciclos.

Resumindo esta questão da repetição no “vir-a-ser” , citando apenas o reino animal, todos seres do planeta estão submetidos a uma lei única, a lei biogenética à qual já me referi, lei que nos diz que a embriogênese do ser, a ontogênese, sempre repete a filogênese, como roteiro de desenvolvimento das espécies. Segundo esse fundamento biológico, a partir de um ponto comum, todos os seres vivos repetem ao nascer, o movimento evolutivo anteriormente já efetuado, porém com velocidades de desenvolvimentos distintos, detendo-se no platô em que até então se encontram. Assim o processo biológico de vida do inseto, difere do mamífero apenas na questão velocidade e claro, tempo, porém enunciando o axioma que aprendi no livro A Grande Síntese, que em obediência à Lei de Unidade, a evolução “repete” um modelo único para todos.
O que tudo isso tem a ver com o tema Reencarnação? Tudo! Afinal, reencarnar é repetir. Isto serve apenas para que vejamos a vida no Cosmo como uma só para todos claro, no princípio de que a Vida quer que tudo evolua, que nada se perca e se transforme cada vez mais em algo superior. E Essa Lei de Unidade promove isto. Foi por isso que comentei sobre biologia e astrofísica, para vermos que não é à toa esta questão da Unidade, pois é através dela que podemos admitir cientificamente que esta é a mecânica dinâmica do Universo: Repetir e Vir-a-ser.

Feliz Dia dos Pais. Leiam o link:




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