domingo, 29 de março de 2015

As curas de Jesus à luz da ciência.

Estava lendo sobre as inúmeras curas feitas, em particular as narradas quando Jesus chegou ao Mar da Galileia e as fez em um só ato, num átimo de segundo. Fora outas tantas de centenas delas, e, meditei, como será que a ciência as observariam, analisando uma a uma os aspectos biológicos físico-químicos?
Então, narrei a seguinte história:

Um Mestre, bastante sabedor do Evangelho, começa a narrar empolgado todas as curas incríveis que Jesus fez, e recorre em suas lembranças a Mateus todo capítulo 8 e em destaque: versículos 16-18,  Marcos  1: 32-34 e Lucas 4: 40-41,  enfatizando a fantástica cura de centenas de pessoas ao por do Sol em Saidan, quando Jesus chegou ao Mar da Galileia. 
Entre seus admiradores discípulos da plateia, havia um homem de ciência, bastante inteligente, conhecedor profundo da biologia e genética, da química e da física quântica, e foi quando este interrompendo os milhares de fiéis que estavam ainda em transe com aquela narrativa poética e cheia de emoção, quis interpelar o Mestre entre a dúvida, espanto e porque não, admiração por tantos fatos assombrosos, pois naquela época ainda era a crença de punição Divina ou que eram pobres endemoniados. Não era apenas isso! Eram doenças terríveis, incuráveis, e pior, de nascença, genéticas. O Mestre e os ouvintes, pacientes, escutaram o colóquio:

- Mestre, entre esses fatos de curas, este homem curado da cegueira, não tinha um dos olhos, será quando prisioneiro em uma batalha teve o olho esquerdo levado brasa incandescente, ou vasado por uma espada?
- Possivelmente...
- Como reconstituir um olho que não existe? Como tirar do “nada” cones e bastonetes? Como colocar em funcionamento interneurônios e células ganglionares mortas, repor o cristalino, a córnea? – O Mestre só balançava a cabeça afirmativamente, sabendo que ele não iria parar ali, e dava-lhe confiança pra seguir com suas indagações e observações científicas:

- e os aleijados de nascença com as mãos deformadas ou os que se apresentaram com os pés deformados, seria necessário uma modificação da informação genética em cem por cento; em outras palavras, sabemos que um ser humano adulto saudável tem aproximadamente algo como  1013 (dez trilhões) de células, e cada uma contém o mesmo genoma (25 moléculas de DNA, sendo 24 DNA nuclear ou cromossômico e um mitocondrial), tão complexa cada uma, que uma modificação total da rede celular é quase inimaginável hoje na ciência moderna, então, como uma intervenção reestruturadora dessas pode devolver em segundos  à normalidade de uma mão e um pé, tortos?  - E continuou empolgado:

...E aquele grupo de leprosas, eram umas 10 mulheres fenícias, sofriam da lepra branca; Como pode, ficarem  limpas, sem rastros de nódulos, livre de cicatrizes ou das úlceras?
...E os surdos? Era necessário fazer voltar a funcionar o órgão de Corti e suas vias neurais onde fica a delicada membrana basilar, e tudo isso com extrema delicadeza cirúrgica!

O discípulo se entusiasmou ainda mais com as doenças complexas e continuou lembrando-se de cada cura narrada, acrescentando ainda aterrado, os conhecimentos que dispunha de medicina:

- E as crianças dementes, também tidas como endemoniadas ou punidas por Deus,  com certeza entre elas havia as que hoje conhecemos como portadoras da síndrome de Down!? Uma anormalidade no cromossomo, ou trissomia 21. Era preciso pra curá-los retificar o segmento distal do braço longo do cromossomo 21, ora, é esse segmento que contém os genes ( local onde se encontra o gene da proteína beta-amiloide)  que, por serem triplicados, representam a causa do problema.  Deixar de aparecer na criança as três cópias do cromossomo 21 seria um milagre genético, ou seja, teriam que ser consertadas e modificadas  em cada uma das milhões e milhões de células, impossível de ser realizado em nosso tempo!! E a aparência física do rosto, também sumiria!
...E  aquele velho, que pelas descrições de “loucuras”, era também pra aquela gente “demônios” sobre o infeliz,  vivia amarrado pela família, sem lembranças espaço-temporal, muita agressividade,  com transtornos de linguagem, e os distúrbios motores, é com certeza o que hoje conhecemos pelo mal de  Alzheimer!  Ora, como devolver-lhe as memórias, que comparando hoje, é como ser apagado a memoria do disco rígido de um computador. Em outras palavras, o mal de Alzheimer destrói a complexa rede neural e seus cem bilhões de conexões.  Reconstruir tudo isso, devolvendo o frescor a milhões de neurofilamentos, dendritos e axônios? Não há, segundo a ciência como restabelecer memórias destruídas há tanto tempo!
...E, finalmente,  uma tetraplégica que possui uma medula esmagada ou seccionada, como foi capaz de ser regenerada ou substituída, com todas as suas conexões nervosas e devolver-lhe os movimentos dos membros inferiores atrofiados?

-Sim! Tudo isso foi devolvido àquelas criaturas são e salvos... – O discípulo arrematou ainda confuso e impressionado:

- Como Jesus fez tudo isso? Que caminhos utilizou cientificamente falando?

- Eu não sei. Simplesmente os fez. Está  lá no Evangelho, Jesus ouviu os lamentos e choros, teve compaixão, chorou junto e disse:  “Se for da Vontade de meu Pai, eu quero que meus filhos sejam curados”... E assim foi a resposta do Criador às suas criaturas. Queres saber sobre que “caminhos” Cristo e Deus usaram? Lembre-se, Deus não é humano e provavelmente meu caro, com certeza não usaria os “caminhos humanos” e sua ciência ainda a caminho da luz, Ele usou e usa os seus próprios caminhos. Não os chame só de sobrenaturais e misteriosos porque são muito mais que isso, mas com certeza, são caminhos que ainda não encontramos, porque tateamos nas trevas da ignorância...
O discípulo comovido e agradecido por singela explicação,  confessa:

- Como homem de ciência, recebi uma das maiores lições da minha vida. O método científico é tido pelos homens como sagrado, mas vejo que não é tanto assim... Sagrado é o que ainda desconhecemos! De uma coisa eu sei. Naquele dia em Saidan, aconteceu algo prodigioso, sobrenatural porque desconhecemos e não humano, por que não? Afinal, ignoramos a naturalidade das curas, mas foi algo magnífico e benéfico, misterioso, rápido como o relâmpago, impossível ainda hoje para ser levado a uma mesa de laboratório científico, e tecer explicações!
Que mais lições eu esqueci, Mestre?

- “Vós sois Deuses, o que Eu faço vós podeis fazer e muito mais do que Eu.” – Jesus (João Capítulo 10: 31)
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Cumpriu-se a profecia de Isaías: “Ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e levou as nossas doenças.” 

terça-feira, 24 de junho de 2014

Nasce o precursor de Jesus Cristo!



O simbolismo da festa de São João tem várias nuances, que remontam à tradição das festas pagãs transformadas em festas católicas, mas que na verdade surgiu assim: “Acende a fogueira, João nasceu!” Parece canto de festa junina, mas foi uma ordem dada por Isabel assim que deu à luz, naquele ano também do nascimento de Jesus. Conta a tradição popular que o fogo foi a forma de comunicar o parto à sua prima, Maria, que estava em outro ponto do vale. Elas combinaram assim. Maria também estava grávida: seis meses depois, era a vez de Jesus vir ao mundo.
As datas, como disse têm seu encaixe a partir da data que se fixou com o nascimento de Cristo, Dezembro; sendo assim, seis meses antes, João fica como nascido em Junho.
Além dos laços familiares, João tinha outras coisas em comum com o Messias que daria origem ao cristianismo. Como Maria, Isabel também engravidou contra todas as probabilidades. Não era virgem, mas dizia-se que estava estéril e tinha idade avançada quando concebeu o último filho. Por também não acreditar nesta concepção,o marido de Isabel, Zacarias, foi advertido com uma prova de fé! O Anjo Gabriel o fez ficar mudo até o nascimento do precursor, João, 'Yehohanan'...
'Yehohanan' em pronúncia hebraica,se tornou um precursor de Cristo, um excelente pregador e ficou conhecido por batizar os gentios nas águas do Rio Jordão. Mas quando o apontavam como o esperado Messias dos judeus, ele anunciava: “Eu, na verdade, batizo-vos com água, mas eis que vem aquele que é mais poderoso do que eu, do qual não sou digno de desatar a correia das sandálias; esse vos batizará com o Espírito Santo e com fogo” - Marcos cap. 1 (9:11) . Referia-se ao primo Divino.
Para ganhar de vez o apelido de “Batista”, realizou um feito capaz de fazer inveja a qualquer outro santo: abençoou o próprio Jesus, testemunhando em seguida a descida do Espírito Santo em forma de pomba e outros efeitos de um dia extraordinário, cujos detalhes constam no meu conto 'Tesouros do Mundo' – era o início da meteórica missão do “filho de Deus”.
As qualidades de João Batista lhe garantiram um lugar de honra entre os santos católicos. Equiparando-se a Jesus, ele é o único do qual se comemora o dia do nascimento, e não o da morte. A diferença de seis meses entre eles inspirou uma clara demarcação no calendário cristão: se dividirmos o ano ao meio, metade é para Jesus (de junho a dezembro) e a outra metade para São João (de dezembro a junho).
Essa divisão tinha razão de ser. A Igreja vinha se esforçando desde o século XIV para doutrinar a população da Europa Ocidental, ainda muito afeita a rituais pré-cristãos, como os cultos solares e lunares associados à vida agrícola. Naquele continente, a diferença entre as estações é importante.  A Igreja Católica adotou esses marcos cósmicos, atribuindo aos primos João e Jesus dois momentos de honra para seus nascimentos: o primeiro, perto do solstício de verão; o segundo, perto do solstício de inverno. Era uma maneira de dar novo significado às práticas pagãs relativas ao fogo, que se eternizou, e, em nosso Brasil, mais ainda, principalmente no Nordeste, onde o santo tem muito prestígio.
Há, porém, no simbolismo da fogueira, uma intuição sentida por Isabel, a quem de fato tivera sido João em sua última missão entre os homens. O profeta Elias. Se lerem sobre a vida deste grande profeta no Antigo testamento, farão à relação a um fato muito importante de seu legado junto ao povo escolhido, quando envolveu uma situação delicada com fogueira e os falsos profetas do deus Baal- I Reis cap. 18 vers. 30:40
Jesus confirma isso,que João de fato era Elias "ressuscitado",- palavra mais exata na época pra explicar o retorno dos profetas. Quem quiser saber detalhes, leia em Mateus, cap. 17 vers. 9:13.

domingo, 22 de junho de 2014

O QUE É EVOLUÇÃO – PARTE V


Vamos finalizar nesta quinta parte do nosso “resumão”, tudo o que entendemos por Evolução. Temos visto no mundo, através de nossa cultura ou ciência, diversas posições sobre o que é evolução, onde mais detidamente se observa e se estuda somente o aspecto biológico, geológico e sociológico quando se fala em evoluir. Esquecem o principal! O que temos visto aqui nestas cinco partes foi muito mais que isso. Entramos no assunto para ver o âmago de tudo; quisemos perscrutar a gênese desse processo, enfim, o homem em seu tríplice aspecto: corpo-alma-espírito. Para ser mais exato: biológico-espiritual! Queremos saber “por que precisamos evoluir?”

A Evolução é um aspecto permanente do Universo. O Cosmo, porém, é provisório. Tudo isto é fato! Basta lembrar que tudo começou após o Big-Bang diferente do que é hoje; partículas, galáxias, estrelas, planetas, tudo destinados a um “vir-a-ser”. Então, coube a este “resumão” em particular, analisar a questão transcendente do homem em direção a Deus. Creiamos ou não no Criador, os fatos cada vez mais colaboram para comprovar que Evoluir é nosso destino e meta. Não está apenas no âmbito religioso; e, como vimos, não é só a questão biológica, geológica e sociológica.
 Ao iniciar nossa jornada com o Universo, não tem volta. Quando paramos para filosofar, analisar a vida em nós e em nosso redor, sem admitir essa questão de que participamos de um processo involuntário, inviolável e irresistível que é Evoluir, a vida perde sentido. E como dissemos outras vezes: sem isso a conta não fecha! Quando a realidade bate à nossa porta e nos desperta com as provações da existência, é que nos damos conta de que há “algo mais”. Há algo além no sofrer; há algo além no sentir dor; há algo além no porque termos de enfrentar os portais da morte física!

O mundo parece nos dizer tudo ao contrário. Nada parece que evolui e tudo parece ruir, se destruir; é que, nessa obra de Pietro Ubaldi, quando se estudar a fundo esta questão, aprende-se que evoluir não é um trem seguindo um trilho em linha reta. Há além de curvas, ciclos; há idas e voltas; há órbitas e trajetórias; subir e descer; ir e retornar! Obedece a outras Leis; Leis que ainda não dominamos e nem conhecemos de fundo, mas que as estudando e estudando-as em parte como fazemos agora, nos aproxima para um entendimento; que nos alivia; que nos conforta.

Vamos lá. Retornemos para concluir. Na parte IV vimos as Três fases que o homem ainda involuído tem de seguir; Ignorância; Experimentação; Conhecimento. O que mais nos afeta e nos perturba é a questão do sofrimento e da dor como processo evolutivo. Perguntei a Deus intimamente: “Mas tem de ser assim mesmo, Senhor?” Quem já não fez este questionamento quando as provações chegaram a algum momento de sua vida? Eu fiz! O livro Técnica Funcional da Lei de Deus, que já citei aqui, me respondeu dúvida por dúvida; nada ficou sem resposta. A segunda fase de o processo evolutivo vir a ser da experimentação, vai nos levar ao aprendizado, seja ela com dor ou sofrimento; ou não!... Tudo depende das escolhas. Tudo depende do que se planta, para, no retorno de maturação da semente, não termos surpresas desagradáveis. Escolhemos o que queremos colher lá na frente.

Vimos que o afastamento da criatura de seu Criador foi a causa dessa perda do conhecimento. Isto implica que não há luz, felicidade ou vida, sem Deus! No processo da fase ignorância, quando erramos e lançamos uma trajetória Anti-Lei, leva a estabelecer, desde o princípio, os caracteres da fase sucessiva; a trajetória seguinte;  por isso, a segunda fase após o erro está destinada a ser de sofrimento, de dor. Ora, o que leva o involuído a isso é justamente do que ele se priva, ao se afastar de Deus. O ser, privado de consciência e conhecimento, não sabe autodirigir-se com inteligência; ele segue apenas os instintos e se deixa arrastar por eles. Nessa situação é fatal que o ser erre, tome posições contrárias às Leis que agora não as conhece mais. Como corrigir tais erros, fazendo-se compreender por quem ainda não tem capacidade? Como ver, se está cego, ou como fazer-se ouvir se está surdo aos apelos Divinos? Como exemplo, cito o homem em sua fase selvagem. Ele segue apenas instintos. Há também fases no homem involuído, e no que vive hoje na Terra, já é diferente. Ele já conhece a razão. Tanto ele quanto o homem selvagem são ignorantes, mas somente perante as Leis Divinas, porém, para ambos o apelo para despertar é o mesmo: Dor. O selvagem se esquiva da dor quando experimentando, viu com o que não deve comer, o que deve beber, evitar com o que se fere, etc. Adquiri conhecimento experimentando e não erra mais. Mesma coisa somos nós, ainda involuídos, porém não mais selvagens, evoluímos em outro estágio. Falei nisso nas últimas linhas da parte IV, que isto é o que disse quando se evolui sempre em um nível biológico mais alto. O nível biológico que evoluímos hoje é  muito mais alto que há 50 mil anos. Não resta dúvida.

A principal função da evolução é corrigir a criatura. Assim se justifica que apareça para nós na fase posterior de Experimentação o sofrimento e a dor, necessárias na segunda fase para desempenhar a função corretiva do erro. A Lei de Deus sempre vai estabelecer um diálogo com o ser, dentro do seu nível biológico de entendimento, e ainda somos infelizmente, tocados a fazer compreender a Lei pela dor.  Para o indivíduo cuja natureza erra por ignorância, não há meio mais seguro e eficaz. Por isso fizemos aquela pergunta: como frear e fazer parar aquele que cada vez mais se afunda como Anti-Deus, Anti-Lei, ferindo e destruindo tudo e todos ao seu redor? Por causa disso, a cada erro a Lei reage com uma dor proporcional, a fim de cumprir a sua função que é corrigir o ser. A finalidade principal é ensinar, e com isso, eliminar os erros; a reação da Lei o coage e o restringe a fugir de tanto sofrimento e dor que enfrentará em suas futuras existências, que analisando resultados tão ruins dos erros que infringiu, faz cessar nele a vontade de repeti-los. Assim, Evolui o ser. Deus responde à minha, à sua pergunta: “Tem de ser assim meus filhos, para vosso próprio bem!”

 A Lei de Deus tem sua própria técnica, técnica de salvação, que nos parece dizer: “Erraste, corrige o teu erro”. O meio para essa correção são os mecanismos da Evolução.  Isto confirma que temos os elementos para escapar da dor e do sofrimento. O mundo hoje está mergulhado na ilusão porque ignora de onde partiu seu estado atual. Eis o problema da dor: A ignorância!  A falta dela nos levará a chocar-se contra a Lei, determinando assim suas contínuas reações. É justamente esta ignorância que nos leva ao erro e esta à dor. Trata-se de uma “autopunição”, visto não ser Deus o autor das punições, mas do próprio ser, que Dele se afastou. Nesta parte V, vou insistir na questão do Conhecimento, porque este é o trabalho de todas as criaturas no Cosmos, ‘trabalhosamente’ reconquistá-lo com a Evolução, através de uma longa experiência. Aqui se confirma aquela questão da escolha, da autopunição; se escolheu cair, é justo que agora lhe cabe a função de reconstrução, que reconquiste o Conhecimento para subir.

Como recuperá-lo, se perdeu? Eis aqui uma pergunta interessante, que nestes livros citados expõem que não é uma perda definitiva. Ela é temporária. Está entregue nas mãos da criatura o tempo para essa recuperação. Deus nos concedeu esta tarefa; cabe a nós o trunfo da reconquista. Assim como afirmamos que cada filho de Deus não pode ser destruído, porque tem a mesma substância de seu Pai, o Conhecimento não pode ficar perdido para sempre! O ser, em sua queda espiritual pelo afastamento de seu Criador, afundou este Conhecimento no inconsciente em que ficou latente e de que é readquirido através da experimentação da vida neste Universo. Esta experimentação, infelizmente é carregada de sofrimentos e dores, porque é reconstruída em grande parte por erros, até que a evolução pouco a pouco nos mostre pela experiência o que devemos evitar, se quisermos parar de sofrer.
Pois bem! Neste inconsciente vão-se armazenando as novas experimentações, assimiladas, que assim se enriquecem e se desenvolvem, dando ao ser, à sua personalidade, novas qualidades adquiridas. Como isto ocorre? No consciente. O consciente é justamente a experimentação em vida, que nos leva às novas aquisições. Somente com o superconsciente é que podemos dizer que o ser afasta a ‘cegueira’ e abandona o método cognitivo do tato, recuperando as funções perdidas da ‘vista’ que tinha antes da queda. Na condição de vida atual, todos participam das três zonas do Conhecimento: inconsciência, consciência e superconsciência. O ser que evoluiu, o gênio e o santo, ambos usam mais a superconsciência. Vamos transcrever aqui o capítulo XII do livro citado alhures, como ocorre este desenvolvimento: o Conhecimento, soterrado no inconsciente, se faz também através de três fases de progressiva reconquista do Conhecimento e da consciência: 1ª fase) o subconsciente que representa a parte mais baixa do consciente, onde estão armazenadas as experiências vividas, embora do tipo animal;  2ª fase) o consciente, que representa a fase ativa de experimentação e aquisição de novas qualidades mais evoluídas de tipo humano, ao nível de vida atual; 3ª fase) o superconsciente projetado para atividades futuras e dirigido a realizações hoje imaginadas sob forma de ideais. Todos os seres, porém, no degrau evolutivo que atingiram, estão empenhados, de acordo com o nível e grau de desenvolvimento, nessas reconstruções de consciência. Cada forma de existir representa um determinado plano de evolução conseguida, isto é, um dado grau de reconstrução realizada, do reino mineral ao vegetal, ao animal, ao humano e ao super-humano. Cada vida se eleva no substrato das suas experiências passadas, vividas nos planos mais baixos; tem delas, no íntimo, o fruto que constitui sua sabedoria, isto é, a sua emersão do inconsciente e conquista da consciência na subida do AS para o S. É por estas razões que o homem guarda consigo a sabedoria da vida mineral, vegetal, animal, através das quais reconstruiu até a sua atual fase humana; e agora, percorrendo-a, prepara-se para a super-humana, que entrevê na luz do ideal lonquíquo.”

É isto meus queridos, minhas queridas! O trabalho de reconstrução para evoluir é árduo. Recuperar o Conhecimento é duro e lento. Fácil foi o de involuir, de destruir. Mesma coisa podemos ver no nosso mundo. O que dá mais trabalho, destruir uma casa ou construí-la? Assim é a nossa vida que deve ser refeita tijolo por tijolo, refazendo nossa casa que tínhamos no mundo do S, de Deus, derrubando-a. A metáfora se dá da mesma forma com a matéria desse Universo no AS, que também evolui. Não tem como se livrar deste mundo que vivemos hoje o destruindo, porque sei, o que queríamos era nos livrar dele, pois aqui impera as trevas, a maldade, a crueldade, a dor, o sofrimento e a morte. Como não querer se livrar disso tudo? Porém, não podemos tê-lo como inimigo, porque é este mesmo Universo de matéria em que estão todas as oportunidades de redenção. Esta matéria tem de ser transformada, assim como todos nós. É da Lei. Mas, da mesma forma que a Lei reage contra quem não a obedece, ela é amiga e dá a mão a quem coopera com ela. É este o verdadeiro significado quando Jesus nos ensinou o perdão eterno, sete vezes, sete vezes. Usando a metáfora da casa. Quando qualquer ser pede a Deus perdão, porque destruiu por vontade própria sua casa, abre-se lhe as portas do arrependimento, e ao mesmo tempo a do reparo. Sempre! Por isso a tarefa de construir nova casa vai deixando o ser cada vez mais cansado dessa insanidade de repetir tanto o mesmo erro, que não vai querer destruir de novo, para não enfrentar o penoso trabalho da dura, lenta e imensa da reconstrução. Esta percepção é quando ele evoluiu.

O que é um ser evoluído? A resposta não seria dizer que muda então o seu conceito nominal como apenas um “ser superior”. Ele não é um santo, nem um anjo, ingênuo ou inexperiente; a resposta mais correta, seria dizer que é alguém que provou e conhece a vida, mesmo nos seus planos mais baixos, de onde, porém, fez esforços no passado para emergir. Jesus é um evoluído? Neste entendimento, não! Ele é superior. É diferente, dado é claro aos contextos e níveis evolutivos dos quais nos escapam agora, porque só sabemos evoluir na base do chicote da Lei. Cristo experimentou outras formas para chegar até Deus, onde deu provas, por vontade própria que estava pronto, colocando-se como exemplo de obediência e resignação, perante a Vontade do Altíssimo. Jesus é um redimido, como será um dia todos nós conquistando nossa redenção. Por este motivo falava tanto neste sentido de redenção. Por este motivo também, Ubaldi nesta obra demonstrou que as três fases 1-ignorância, 2-experimentação, 3-conhecimento, chama-se “Ciclo da Redenção”. Como mesmo afirmou Cristo, que sua Paixão na cruz era Seu “retorno” ao Pai, sua redenção. Retornemos, pois também!

·         S = (mundo de Deus, Absoluto); AS = (universo da criatura, Relativo)

domingo, 26 de janeiro de 2014

O segredo do 3!


O segredo do 3!
O número 3  é o número do Universo! Embora seu funcionamento ocorra por processos duplos na Lei de dualidade, no movimento dinâmico pelo qual funciona desde o “princípio”, é pelo três que tudo é determinado.
Podemos nos debater em curiosas situações, como por exemplo, na vida de Jesus com este número, apenas para termos um aperitivo pelo aspecto da numerologia. Por exemplo, foram três o reis magos que vieram lhe reverenciar; sua missão de forma ostensiva ocorrida e iniciada com o batismo, se deu aos 30 anos (3+0=três); três anos foram seu ministério na Terra; uma de suas frases mais fortes do que Ele representava, tinham três palavras: Eu Sou o Caminho, a Verdade e a Vida; teve 12 discípulos (1+2= três); Judas o traiu por 30 moedas (3+0= três);  antes de ser preso, revelou que Pedro o negaria três vezes;  Jesus foi crucificado com mais 2, formando 3 crucificados no calvário; morreu aos 33 anos (três, e três), na terceira hora e ressuscitou no terceiro dia!

Enfim, uma coincidência imaginária ou um recado místico para quando pudéssemos entender, percebermos que o número 3 é o número da criação? Cada um fique com sua conclusão. No entanto, há muito mais coisa que pode explicar o advento do três. Não quero desenvolver aqui o numeral 3 por sentido cabalístico ou da numerologia, até porque nem tenho total conhecimento e vou escrever besteiras, mas quero aprofundar no sentido matemático, da prova pelo bom senso e pela razão. Há uma trindade matemática, assim como há uma trindade mística, espiritual, este último, meu principal estímulo para escrever sobre isto.  Então vamos a elas:
Pitágoras e seu teorema a2+b2=c2 explicando por sua famosa fórmula os três lados do triângulo; as principais e maiores pirâmides são três e possuem três lados, conhecido na matemática pelo “número perfeito”; a vida começa pela lei de dualidade em unir macho e fêmea, para formar um terceiro ser; é necessário o espermatozoide + o óvulo para ter o feto (três); nossa vida se baseia em três momentos infância, adulto e velhice; temos três estados marcando o espaço-tempo do universo que são passado, presente e futuro. Eis porque afirmamos que o número três é o número do universo, a começar porque ele ser Tridimensional, e tudo nele é Trifásico, constituído em tudo por: espírito, energia, matéria. Três aspectos de uma mesma unidade: Deus!

E esse aspecto mais forte encontra-se no evangelho de João, onde explica que tudo forma uma Trindade, conhecida pelas religiões com a união do Espírito, do Pai e do Filho. O processo criador é trino. No livro Deus & Universo, Pietro Ubaldi explica isso no capítulo XII e XIII, e escreveu assim: “São João iniciou seu Evangelho com palavras estranhas, refertas de profunda significação e geralmente incompreendidas. Ciência e filosofia, não conseguindo alcançá-las, negligenciam-nas e as resolvem ignorando-lhes a existência. Entretanto, elas contêm a chave do Universo. João, ao certo, iluminado por Cristo, as havia compreendido.”

Quem puder ter acesso ao link que vou expor no final, leiam esta parte e entenderão aquele início, onde João começa assim: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.” Está exposto aqui o processo criador com três fases distintas, porém únicas. É o que Pietro explica como o Todo-Uno. O que é o Verbo? O verbo representa a ação. O processo criador nasce de uma ideia, Concepção, primeiro momento; vai para o segundo momento do Verbo, ou seja da Ação, gênese; e termina no processo com o “criado”, terceiro momento, Filho. Resumindo, Concepção+Verbo = Criação. Três aspectos de Deus ser. Em outras palavras eis a famosa Santíssima Trindade:  1-Espírito; 2-Pai e 3-Filho. Vou transcrever aqui como está no livro citado: “O Espírito representa o primeiro momento da Trindade do Uno, o puro pensamento divino, a ideia, não ainda ação. Dele deriva o segundo momento, quando a ideia, dinamizando-se, encaminha-se para a atuação. Eis o verbo gerado, o Pai, de que nasceram todas as coisas. Do Pai deriva o terceiro momento, a obra completada, a forma concreta em que a ideia-mãe encontra a sua final expressão, o Filho. Cada momento está no Todo e o Todo está em cada um.”

Aqui foram citados alguns “segredos” do número 3. É ou não o número do Universo e da Criação?
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Link para ver o trecho do livro Deus & Universo: http://www.pietroubaldieditora.com.br/




domingo, 22 de setembro de 2013

A Lei de Deus no processo Evolutivo



Entendendo a Lei de Deus no processo Evolutivo.

Antes de escrever a Parte V, que finaliza aqui o tema Evolução, transcreverei  um trecho do capitulo IV do livro objeto de nosso estudo, a fim de compreendermos que, tudo ocorre no nosso Universo, mediante a um conjunto de leis previamente estabelecidas pelo Criador, visando à liberdade concedida, ou seja, o livre-arbítrio para as criaturas. Sem a Lei de Deus, a evolução não ocorreria. Segue...

“(...) A Lei resiste como um muro contra toda desordem. Atenta `a sua integridade, resiste contra quem ameaça desequilibrá-la. Essa Lei não é uma coisa longínqua e genérica. Nos seus princípios fundamentais é como uma árvore feita de um tronco central, de que partem muitos ramos e uma infinidade de folhas. Assim a Lei geral se subdivide em muitas leis menores, que são tantas quantas as formas dos seres e dos fenômenos. (...)

(...) É preciso aprender a mover-se com disciplina, respeitando as normas estabelecidas por essa ordem inviolável dentro da qual estamos situados. Ignorá-la significa sofrer depois. Só com conhecimento e obediência se pode evitar a dor e o sofrimento. (...)

(...) Tudo o que existe está imerso nessa Lei; não podemos, pois, ir contra a ela a cada passo. Devemos compreender que a finalidade da vida é redimir-se da dor, efeito da revolta, e só se consegue através da evolução. Se num primeiro momento a revolta contra a ordem do gerou o caos do AS, num segundo momento a disciplina da ordem deve reconstituí-lo tal como nasceu no Sistema. Sabemos que o fio condutor do caminho da existência é constituído dos seguintes termos, reunidos no mesmo ciclo: ordem no S, revolta, → involução até a  dispersão daquela ordem no caos do AS, → estado de ignorância, → erro,→ dor,→ experiência,→ conhecimento,→ obediência,→ retorno a ordem do S. Assim o ciclo se fecha, tornando ao ponto de partida. Eis que a lei da existência é o avançar em direção do Sistema, ao longo do caminho da evolução. (...)
  • S = Sistema (mundo de Deus, Absoluto); AS = Anti-Sistema (universo da criatura, Relativo)
  • → (destaque meu para dar o significado de “foi para”).
  • Trecho do Capitulo IV do livro “Técnica Funcional da Lei de Deus.” Pietro Ubaldi.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Parte IV - O Que é Evolução?



A pergunta que todos fazem ao ler sobre este assunto Evolução, é querer saber o que fez Deus escolher este sistema de vida onde passamos por estágios tão difíceis nos mundos de provas e expiações, e não nos criou logo “evoluídos”? Evoluídos não nascemos, e por sabermos que Deus é Perfeito, cria-se assim um abismo muito grande entre o Criador e Sua criatura. Ora, quem nos criou foi Deus! Fica assim um contraste inexplicável até então, de sermos criados por “algo” que é Perfeito, gerando seres imperfeitos, que necessitam de evolução. Deus é a suprema sabedoria, e criaria filhos ignorantes? Hoje, usando o bom senso e a razão, o sentido místico e espiritualista do homem que evoluiu, percebe nisso mais uma vez o choque. O choque aqui é a incongruência. Uma contradição que nos faz rejeitar que quando somos gerados por alguém ou algo, temos de nascermos como quem nos criou, em absoluta igualdade e “semelhança”. Repito sempre isso quando toco neste assunto, que é observar o comportamento do mundo e sua natureza; vemos com isso uma tendência, um sentido único para todas as coisas. Nesta questão de uma criatura gerar outra criatura há uma lei a ser obedecida, como em tudo no Universo. A lei da genética. É uma lei única! Filho de gato é gatinho; filho de cachorro é cãozinho; filho de homem é menininho, menininha; Ora, filho de Deus é o quê? Deuses! Pode ser outra coisa? Claro que não! Por que Deus criaria a lei genética para a natureza, e Ele mesmo não criaria em semelhança, idêntico a si? Percebem como isto não é possível? Acharíamos o Criador incoerente! E por que isto não é possível?

Vós sois deuses!” Alguém conhece esta frase? Sabe por quem foi dita? Jesus. Está em João, capítulo 10, versículo 34. Há profundidade em tudo que Jesus fala, basta que procuremos entendê-las. Pelo exemplo que demos da lei genética, Deus não criaria algo que seja diferente de si mesmo, porque tudo é Sua obra. Se não admitirmos isso, há outro ‘deus’, ou algo fora, além ou aquém de Deus. Isto sim seria contraproducente.  O perfeito então não gera o imperfeito. Para acabar com a incoerência, com o tal “abismo”, de Deus ser perfeito e não gerar o imperfeito, que começamos assim a IV parte sobre a Evolução. Essa contradições somos nós mesmos que as alimentamos por pura ignorância. A contradição não pode vir de Deus que é perfeito, mas do homem, perfectível. O ciclo sobre evolução vai se fechando e começamos a deixar tudo amarrado, e sobre este assunto então temos até aqui juntando as outras partes I, II e III: A Evolução existe porque um dia houve involução; na involução os seres perderam seus atributos da perfeição, e assim se explica porque a humanidade precisa evoluir: porque precisa agora recuperar o Conhecimento, pois é hoje ignorante das leis divinas, e com isso gera o erro, o erro choca-se contra as Leis, a Lei que não pode ser violada e exige o reparo, neste reparo o homem sente dor e sofre; e, finalmente, somos seres divinos, porém hoje, neste Universo recomeçamos simples e ignorantes, necessitados da evolução. A conclusão é fácil! Involuímos, perdemos o conhecimento divino, eis a gênese, as causas do sofrimento, da dor, da morte. Deus não criou nada disso! Está na Bíblia em Sabedoria 1, versículo 13: “Deus não criou a morte”.

Por ter involuído, as criaturas/filhos ou seres que a isso experimentaram perderam sua condição original. A perda aqui não é em substância, porque continuamos com a mesma natureza, a divina, o que perdemos foram nossos atributos: Poder, Felicidade, Conhecimento. É por este motivo que nossos espíritos são imortais, porque somos da mesma natureza e substância de Deus, indestrutíveis. Há assim com esta perda de atributos divinos, uma entrada de criaturas que eram luz, verdade e conhecimento puro, nas trevas, no reino das mentiras e ilusões, da ignorância pura. Isto é um fato. Se não houver este sentido, a conta não fecha, e nunca entenderemos porque precisamos evoluir. Há aqui algo muito profundo. Atentem! Houve uma escolha, e essa escolha não foi de Deus e sim de sua criatura.  Parte da criação decidiu entrar nas trevas da ignorância. Como podemos sair desse contraste onde Deus, que é Luz, perfeição absoluta, gerar filhos para viverem no reino do sofrimento? Sim! Evoluir é duro e causa sofrimento. Como pode Deus que é Felicidade, gerar o sofrimento? Como pode Deus, alegria suprema, gerar a dor? Como pode Deus que é vida, gerar a morte? A Bíblia revelou por profunda inspiração, uma verdade incontestável: Deus não gerou nada disso! Porém, suas criaturas que são livres, têm Livre-Arbítrio, as criaram! Eis a "escolha". O tema é profundo e carece de muita leitura e estudo.
Tentamos simplificar ao máximo, porém, entender a complexidade desse processo que realmente ocorreu quando o Universo iniciou sua jornada de Evolução, somente lendo e estudando a obra de Pietro Ubaldi, onde nestes 4  livros, A Grande Síntese, Deus e Universo, O Sistema, Queda e Salvação, haverá a compreensão plena de como este fato ocorreu; explica em detalhes como parte das criaturas que hoje precisam evoluir, chegaram a esta decisão, a esta escolha. O meu “resumão” dá apenas uma ideia, e nos coloca pra pensar e observar certas coisas que não batem, quando pensamos e tratamos do assunto. Mesma coisa quando Kardec veio explicar detalhadamente o processo da reencarnação. Sem esta outra chave, a conta também não fecha, quando admitimos que Deus é todo Bondade, Amor e Justiça.

O objeto de estudo destas 5 Partes sobre Evolução, eu o tirei do livro de Pietro: A Técnica Funcional da Lei de Deus. Nesta Parte IV estamos explicando sobre sermos ignorantes, motivo pelo qual o Universo se comporta com leis evolutivas/corretivas, porque em algum momento, parte das criaturas divinas perderam suas qualidades divinas, e o principal deles foi o Conhecimento. Não nos cabe aqui explicar detalhadamente quando e como foi este momento, por isso citei as obras de Ubaldi, pois não é à toa que ele explica isto em 24 livros. Por isso chamo aqui estas 5 partes de “resumão”. Pois bem, não vamos aqui analisar este “antes”, momento da tal escolha em nosso livre-arbítrio, e vamos apenas nos circunscrever ao “hoje”. A Técnica de como a Lei de Deus funciona hoje, tem em sua essência, levar o ser a evoluir. Esta técnica é de reconstrução do ser. Por isso falamos em leis corretivas. Todo o Universo está em um transformismo incessante, com objetivo de levar todas as criaturas ao seu ponto de partida: Deus. Tudo partiu Dele, e a Ele devemos retornar. O ser ao involuir se afasta de seu Criador, porém, por ser feito da mesma essência, substância e natureza divina, instintivamente é arrastado a lutar por esta volta. É inevitável; é infalível. Como bem assegurou Jesus: “Nenhuma ovelha se perderá; todas se salvarão!” Isto é muito mais que uma metáfora; é muito profundo, e comprova que a função do Universo é redimir as criaturas que nele vivem e lutam. De tantas fadigas e dores, o ser levanta a cabeça para o alto, implorando salvação.

Esta é a nossa realidade biológica: Luta. A concepção mística na batalha apocalíptica entre o bem e o mal teve seu início naquele momento em que cada criatura que se afastou de Deus, perdeu sua "visão celeste". Por causa da ignorância, ficou cego, às escuras, tateando no abismo em que se meteu, chocando-se contra as leis que agora desconhece. Aquele que caminha afastado de seu Criador, anda às escuras e não sabe aonde está o próximo buraco que o levará a dor e ao sofrimento. Deus sempre nos deixou a liberdade de escolhas, de caminhos e destinos, mas em contrapartida, por causa dos desvios que sempre procuraremos, criou um método de salvação, caso deturpássemos tudo, tomássemos a direção errada, e emborcássemos os valores positivos. E assim o fizemos. E Eis o Universo! Este caminho que o ser agora experimenta, tem uma técnica: Técnica da redenção! Técnica esta que agora aprendemos a observar e que a ciência um dia irá revelar. Ela obedece a um sistema trifásico, cuja função é corrigir aquelas trajetórias (lembrar o exemplo do político na parte III) usadas pela humanidade, que ignorante das leis, segue mal orientada no caminho para o sofrimento e dor. Este ciclo trifásico segue os trilhos da redenção. O fenômeno tem três momentos ou períodos em seu desenvolvimento, no processo reconstrutivo do ser, com três fases distintas:
fase 1-Ignorância; fase 2- experimentação; fase 3- conhecimento. Voltemos ao exemplo da trajetória errada do político, que como algoz feriu e sacrificou muitas vítimas na miséria. O aspecto corretivo dessa trajetória lançada errada contra a Lei segue estas fases:
1-    A ignorância gera a fase inicial do erro (lançamento da trajetória errada);
2-    A experimentação, com a fase curativa da dor (correção da trajetória);
3-    O conhecimento gera a fase da cura (trajetória justa, no trilho que redime).
A Técnica é esta em todos os seus aspectos, e tem a função de concluir no indivíduo sua reconstrução, readquirindo o conhecimento, chegando à cura, e à sua consequente salvação; sua redenção é concluída quando atingidas estas metas. A primeira fase exemplifica que o ser partiu da ignorância gerando o erro, e vai concluir na terceira fase, no seu extremo oposto, o conhecimento.  Partiu ignorante, experimentou a reação da Lei, chegou ao final com conhecimento. Aquele erro não cometerá mais. Fechou o clico em sentido Evolutivo. O nosso ponto de partida atual é de ignorância, porque estamos no Universo Relativo, da criatura, o AS; o ponto de chegada é conhecimento, porque este pertence ao S, mundo Absoluto de Deus. O homem age negativamente usando as armas do mundo em que vive, porém, seu objetivo oculto, instintivo é agir positivamente, para ascender ao mundo Divino. A primeira fase do ser ignorante errando leva-o fatalmente à segunda fase destinada a ser de dor e sofrimento. Mais uma vez aqui, fica patente que Deus não gera nada disso para seus filhos. Nossa ação, nossa sementeira, é que nos dará nossos frutos a colher.

A ignorância é uma coisa tão cruel, que faz o ser ficar surdo aos apelos de seu Criador, e cego no caminho que escolheu, caindo em abismos cada vez mais frequentes, a medida de tentativas e erros. A Parábola de Jesus sobre o Filho Pródigo encaixa-se perfeitamente aqui. A escolha para este caminho é totalmente da criatura. Mais uma vez, quando desperta como ser espiritual, experimenta como homem a sua natureza emborcada. Se a causa primeira para as criaturas viverem o ciclo evolutivo foi perder o conhecimento, hoje, a nossa natureza negativa reflete este ato, com nosso egoísmo separatista. Natureza invertida. Gênese dos erros. Isto nos leva a procurar somente vantagem própria e no gozo ilusório que a essa procura satisfaz momentaneamente, e só nos detemos dessa loucura, quando somos obrigado a parar, com a chegada da dor e do sofrimento. Viram que o ser humano que vive neste planeta não pode conhecer outro meio de salvação? O homem com os instintos do egoísmo e da luta separatista, inicia uma arrancada desenfreada caindo cava vez mais no AS Anti-Sistema, se afastando de Deus, e como nosso Criador faz para fazê-lo parar de procurar mais sofrimento? Coloca-lhe limites através das Leis, até readquirir o conhecimento. Por isso nosso ambiente é de luta. 
Depois que experimenta estas três fases, o homem reflete que sua ação egoística produz resultados tão ruins que o faz cessar sua vontade de repeti-los. Esta é a história de quantos fizeram ou fazem fortuna no mal. O político experimentou um momento ilusório de satisfação e sucesso com sua ação nefasta, porém, o que obteve como lucro? Dor, e sofrimento; muito sofrimento. Ora, esta conta é muito burra, pois neste erro, nessa trajetória errada ele se afirmou crendo ter vencido, pois se deu bem naquele instante, porém, na realidade perdeu. A Verdadeira lição disto tudo vem depois, na segunda fase da experimentação, fase curativa com dor, corrigindo sua trajetória errada, quando entrou na órbita anti-Lei, anti-Deus.

Tudo isto ocorre porque aqui, no mundo ilusório e relativo do Universo, emborcamos tudo; os valores divinos estão invertidos. O homem sente sua natureza divina motivado por buscar a felicidade, porque instintivamente ele a perdeu, e esta perda se deu por revolta, rebeldia e afastamento de Deus, por isso suas ações na busca dessa felicidade se dão em sentido invertido, agindo com desvios, enganos, acima de tudo e de todos, de forma contrária a sua origem divina, assim ele em vez de subir, desce mais ainda. Em vez de achar felicidade, encontra decepção, tristeza. Então, neste momento de trevas, ignorante, ele escolhe os caminhos que o levam a mais dor.

Como vimos, essas trajetórias seguem órbitas, e essas órbitas são usadas pela humanidade em sentido contrário, negativo. Órbitas anti-Deus! Umas vez lançadas, não param. Elas seguem sua trajetória até o final, afim de serem reparadas. É Lei que a órbita siga o caminho da ascensão! Depois de passar pelas três fases do ciclo evolutivo, o homem retorna seu caminho na trajetória justa, a órbita-Deus. A Lei é tão sábia, que aproveita a ação má do homem pra agir em função do bem, porque quem feriu, um dia será ferido, a seu turno quem foi algoz, hoje é vítima. Este ciclo vai servindo e acabando por etapas quando cada ser atinge a evolução. O exemplo mais perfeito pra isso se encontra no capítulo VI do livro objeto desse estudo sobre evolução, citado acima, em que a vida é como um laboratório de química onde o homem ainda não estudou as leis químicas: “(...)Nela encontramos todos os elementos e nos exercitamos na sua combinação de modo mais diverso, mas pela nossa ignorância das leis da química não conhecemos os resultados de suas operações. Fazemos contínuos erros, porque misturas e combinações se fazem ao acaso; (...) Assim se faz com as experiências da vida. As reações já sabem funcionar por si e as combinações seguem a Lei que já conhecem.; o homem, porém, não a conhece e deve descobri-la por meio de suas experiências. (...)  A vida coloca o homem no laboratório, a fim de que, experimentando, aprenda. A cada experiência, ele toma conhecimento de uma nova reação e combinação química. (...) Assim se enriquece o próprio patrimônio de conhecimentos, com tantas novas qualidades adquiridas, que vão fazer parte integrante da personalidade, como ideia inatas e naturais impulsos instintivos. Desse modo, a personalidade se vai construindo através da experiência agora fixada e o ser vai recuperando a sabedoria do S, perdida com a queda no AS ”.
Eis o ciclo universal da evolução: Ignorância, Dor, Conhecimento.  São três fases; três momentos da salvação. Esse esquema triplo erro-dor-redenção, repetir-se-á sempre num nível biológico cada vez melhor, mais alto. Nessa massa de destinos em nosso mundo de Provas e Expiações, encontramos os três tipos vivendo em cada uma das três fases: o pecador, o penitente, e o redimido. O primeiro vive o erro, o segundo se corrige com a dor, o terceiro goza do resultado da lição aprendida. Estes são os variados tipos de destinos vividos pelos seres humanos, como gotas de chuvas incontáveis, formando um rio que vai desembocar em um oceano, o mar de Deus!

·         S (mundo de Deus, Absoluto); AS (universo da criatura, Relativo)

domingo, 26 de maio de 2013

O que é Evolução - Parte III


                                                       

A coisa mais difícil de entender na Evolução é que vivemos hoje na ignorância, carentes em sua maioria de conhecimento, e ainda pior, em contraste com um mundo cheio de dores e sofrimentos. Olhando assim, parece que nada esteja evoluindo. É um método estranho que a Lei de Evolução se serve, porém, indubitavelmente o único que nos faz avançar mais rápido. Veremos mais a frente. Ora, como evoluir em um mundo de terror como este chamado Terra? Se não possuímos mais aquele Conhecimento Divino, e recomeçamos simples e ignorantes, é fatal que erremos e com isso nos chocar contra as leis divinas! O que ocorre depois então é que da ignorância, vem o erro; o erro gera dor e sofrimento; se o ser reflete pode se redimir e avançar; do contrário, se rebela mais e afunda no abismo de mais dor, de mais sofrimento. É um processo que nos parece cruel. Isto ocorre quando o Amor de Deus cede lugar à Sua Justiça! Porém ainda sempre Amor, pois tem o objetivo de salvar Sua criatura. Na vida podemos escolher um evento desse choque contra as leis divinas. Este choque se dá mais ainda quando observamos o comportamento humano, onde vemos que os que se utilizam do mal parecem vencer; um exemplo bem frequente em nosso país é de um político corrupto; ele age impunemente e fica cada vez mais rico ilicitamente; goza da felicidade do mundo com os bens alheios, do povo; chegam alguns até a velhice sem nunca devolver um real sequer, de não ter ficado na prisão nenhum dia, enquanto que, em sua ação nefasta, milhares ficaram sem dinheiro para a educação, para saúde, ou até a merenda das famintas criancinhas foram usurpadas. Eis o resultado: Um usa da inteligência que construiu para agir astutamente em se dar bem, outros milhares recebem o seu golpe e se privam a vida inteira! Um foi o algoz; milhares foram suas vítimas! Onde há evolução aí? Respondo, na Justiça Divina, onde tudo tem de ser devidamente reparado. Porém, perguntam: Onde está esta justiça, se o político morre velhinho gozando de uma vida abastada, e ficou impune pelas leis humanas? Isto é o que o mundo viu. A Lei Divina vê outra coisa. Vamos explicar isto a seguir...

Na Parte II vimos que Evolução veio de seu contrário Involução; vimos também que neste universo Relativo, a Evolução só se faz com redenção. Lembram que escrevemos que a “Evolução consiste na reabsorção do erro pela dor, do pecado pela penitência, da ignorância pela experiência, do negativo pelo positivo”? Que a Evolução é o trabalho de correção, na direção de Deus? Pois bem, dei este exemplo para observar que tudo isso que lembrei na Parte II se encontra aqui em todos os detalhes. Eis a Justiça na ótica da reação da Lei. O que o mundo não vê e a Justiça Divina vê, é que o político corrupto é o algoz, que experimenta e age com sua ignorância das leis divinas, lançando com sua ação, um impulso Anti-Lei, Anti-Deus. Os nossos Destinos se fazem por lançamento de trajetórias, como bem explicou Jesus nas "sementes"; elas são lançadas em direções positivas, no bem, e negativas, no mal. As condições futuras para o político serão totalmente desvantajosas, porque ele acaba de atrair a trajetória da Reação da Lei, porque agiu de forma contrária a ela em sentido negativo. Pelo fato de os impulsos serem errados, é fatal a necessidade de corrigi-los. Aqui se explica o que parece ser um método cruel, quando alguém vem experimentar na Terra dor e sofrimento. Na Parte I escrevemos os “Três modos de viver”, e esta ação do político engloba o da maioria, que estão dentro dos dois primeiros modos, que são os que “oprimem o fraco com sua força e usa da astúcia pra ganhar em cima da inocência do ignorante.” Agora vamos entender a parte da Justiça, onde as vítimas do político, que vão sofrer privações, são instrumentos da Evolução. A conta é simples! Só sente dor quem a gerou em seu semelhante; só experimenta a penitência, quem pecou contra seu próximo; assim, as vítimas de hoje foram os algozes do ontem. Aqui entra a reabsorção do erro, o trabalho de correção, enfim a redenção. Eis porque escrevi logo no início deste texto, que a humanidade deste mundo não pode entender outra coisa para se salvar, que não seja através do sofrimento e da dor. A evolução é complexa, porque não se evolui só assim, mas evoluem também aqueles que no “modo de viver” estão em redenção, colaborando pelos irmãos que sofrem, adquirindo conhecimento e usando-o em favor de todos. Evolui quem está em penitência; evolui quem está se redimindo perante a Lei.

Isto prova que Jesus foi muito prático e nós que complicamos tudo. Ao afirmar Ele que “amemos a Deus sobre todas as coisas, e ao próximo como a si mesmo”, é que agindo contra o próximo, estamos na verdade agindo contra nós. As sementes más nos darão plantas daninhas, venenosas; as trajetórias lançadas em sentido negativo, nos cobrará reparo em futuros destinos de sofrimento e dor. Parece-nos ser um absurdo quando lemos isso, saber que fazendo o mal a outrem fazemos a nós mesmos, e ainda assim, fazemos! Mas é a pura prática da vida, e é o que geralmente cometemos. Cristo estaria mentindo sobre tudo que disse no Sermão da Montanha, e que se encontra também escrito aqui quando falamos de Evolução. Ora, Ele falou de quem está injustiçado, encontrará a justiça; ou estaria também mentido quando disse a Pedro: “Quem fere pela espada, pela espada será ferido”; e a maior mentira seria a do exemplo de sua própria existência entre nós, quando sofreu, carregou sua cruz, e mesmo assim não reagiu, perdoou. A prova maior de que a redenção se concretiza, é que Jesus volta redivivo em Luz e Verdade, e que o sofrimento e a morte se foram, e Ele avançou em direção ao Pai. Como Cristo, sem que sejamos dignos de comparação, mas é uma condição geral da vida na Terra: sofrer e perdoar. E somos tão pequenos que são duas condições terrivelmente inaceitáveis no entendimento humano: sentir dor sofreendo resignado, e perdoar aqueles que nos causam sofrimento. Cristo não fez isso para se mostrar superior, mas para servir de exemplo.

Para a humanidade, aceitar que é sofrendo que se redime para a vida eterna, é tão estranho, como para aqueles que não conseguem ver a vida de Jesus como algo útil. Para o mundo, em geral, Cristo é um iludido, um fraco, um vencido; olham aquela missão de extremo sacrifício pelo próximo, mas o que Ele obteve de resultado foi sua crucificação como malfeitor, entre ladrões. Como diria o escritor, doutor Giovanni Albanese, querendo chamar a atenção das pessoas que Cristo foi tão grande, e o tornamos tão pequeno: “Proclamas-Te Salvador, e não conseguiste salvar sequer a Ti mesmo”. Ele escreveu isto para mostrar a visão deturpada em geral do mundo em relação a Cristo. Não é a de todos, felizmente. Mas a verdade é que, eis que Ele volta três dias depois com seu corpo glorioso, como sempre afirmava em Espírito-Verdade. Essa Sua atitude de ressurreição é muito maior que o ato maravilhoso de se mostrar ainda vivo aos olhos do homem comum. Foi muito mais para provar-nos que o sofrimento que passou o redimiu perante Deus, e o fez avançar a maior de todas as glórias, estar de volta com o Pai nos céus. Por isso uma de Suas mensagens finais foi: “Eu carreguei minha cruz e venci o mundo! Que cada um, pois, carregue sua própria cruz”! Ou seja, que cada um assuma sua responsabilidade perante as leis divinas, pois pode haver tudo no mundo, menos injustiça! Só se aceita que existe a injustiça àquele que desconhece Deus e sua Lei. Por isso, não escrevo sobre Evolução para que concordem ou aceitem, mas para que reflitam. O tema Evolução não pertence ao reino da “crença”, mas ao do “conhecimento”.


Concluímos este texto respondendo a pergunta deixada no ar na Parte II, que não há outro modo que Deus pudesse escolher para evoluirmos, sem ser este que conhecemos: cada um carregando sua cruz. A humanidade quando age de forma insana, não se questiona naquele instante se queria passar pela maldade e crueldade que está fazendo seu próximo sofrer, porém, quando sofre as consequências de seus erros, tem dois caminhos a enfrentar: 1- refletir e redimir-se; 2- se revoltar e se rebelar ainda mais; Um caminho avança, o outro estaciona, ou piora ainda mais sua vida futura. O homem quando é mau usa do chicote contra o próximo; entretanto, ele odiará no futuro experimentar o açoite que um dia infligiu; são estes que se rebelam e se acham os injustiçados; é muito fácil ferir, duro é experimentar o mesmo ferimento. É claro que há outros modos de evoluir, aliás, milhares. Porém, o do estágio atual é o de ignorância, onde podemos perceber e despertar apenas pelos sentidos da dor. Entendemos assim que não há outro modo de evoluir, por que Deus sabe que neste estágio de pura ignorância o homem fará maldades e muitas atrocidades, e o homem só despertará desse transe louco, experimentando de volta o que infligiu. A Lei de Deus é perfeita, e o choque contra ela com a ação má do homem, recebe a natural reação, que se faz perceber apenas na forma de dor, e não apenas pelas revelações ou advertências divinas. Querem uma prova? As advertências e as leis divinas os homens conhecem desde Moisés, e isto não os impediu de cometer maldades ao longo dos milênios, não é verdade? Os Dez mandamentos até hoje não são cumpridos à risca nem por um só homem, quem dirá a humanidade que nasce neste mundo de provas e expiações, da luta feroz pela vida! A Lei de Deus está acima das religiões dos povos, e das leis transitórias dos homens. O homem com sua ignorância quer sempre violar a Lei, mas ela é incorruptível. Esta é a nossa natureza, violar, destruir. Porém, ou o homem segue no conselho de Cristo, ame ao próximo como a ti mesmo, ou segue se chocando contra as reações da Lei, que não quer que o homem se afaste, mas se aproxime de seu Criador. A ignorância nos faz agir assim. É por este motivo que na Parte IV e V falaremos muito dessa questão do porque sermos ignorantes dessas leis, e ainda assim sofrer as consequências por desprezá-las; falaremos muito ainda do porque termos perdido o Conhecimento Divino.