terça-feira, 7 de abril de 2015
Vídeo da Grande Síntese - Vida e Obra de Pietro Ubaldi
Quem quiser disponibilizar uma horinha para assistir a esta bela produção, vai conhecer de perto este valoro Espírito, o Evangelista da Ciência, Pietro Ubaldi.
Este é o link:
https://www.youtube.com/watch?v=Pt2ZYonzlPg&feature=youtu.be
domingo, 29 de março de 2015
As curas de Jesus à luz da ciência.
Estava lendo sobre as inúmeras curas feitas, em particular as
narradas quando Jesus chegou ao Mar da Galileia e as fez em um só ato, num
átimo de segundo. Fora outas tantas de centenas delas, e, meditei, como será
que a ciência as observariam, analisando uma a uma os aspectos biológicos
físico-químicos?
Então, narrei a seguinte história:
“Um Mestre,
bastante sabedor do Evangelho, começa a narrar empolgado todas as curas
incríveis que Jesus fez, e recorre em suas lembranças a Mateus todo capítulo 8
e em destaque: versículos 16-18, Marcos 1: 32-34 e Lucas 4:
40-41, enfatizando a fantástica cura de centenas de pessoas ao por do Sol
em Saidan, quando Jesus chegou ao Mar da Galileia.
Entre seus
admiradores discípulos da plateia, havia um homem de ciência, bastante
inteligente, conhecedor profundo da biologia e genética, da química e da física
quântica, e foi quando este interrompendo os milhares de fiéis que estavam
ainda em transe com aquela narrativa poética e cheia de emoção, quis interpelar
o Mestre entre a dúvida, espanto e porque não, admiração por tantos fatos
assombrosos, pois naquela época ainda era a crença de punição Divina ou que
eram pobres endemoniados. Não era apenas isso! Eram doenças terríveis,
incuráveis, e pior, de nascença, genéticas. O Mestre e os ouvintes, pacientes,
escutaram o colóquio:
- Mestre,
entre esses fatos de curas, este homem curado da cegueira, não tinha um dos
olhos, será quando prisioneiro em uma batalha teve o olho esquerdo levado brasa
incandescente, ou vasado por uma espada?
-
Possivelmente...
- Como
reconstituir um olho que não existe? Como tirar do “nada” cones e bastonetes?
Como colocar em funcionamento interneurônios e células ganglionares mortas,
repor o cristalino, a córnea? – O Mestre só balançava a cabeça afirmativamente, sabendo que ele
não iria parar ali, e dava-lhe confiança pra seguir com suas indagações e
observações científicas:
- e os
aleijados de nascença com as mãos deformadas ou os que se apresentaram com os
pés deformados, seria necessário uma modificação da informação genética em cem
por cento; em outras palavras, sabemos que um ser humano adulto saudável tem
aproximadamente algo como 1013 (dez trilhões) de células, e
cada uma contém o mesmo genoma (25 moléculas de DNA, sendo 24 DNA nuclear ou
cromossômico e um mitocondrial), tão complexa cada uma, que uma modificação
total da rede celular é quase inimaginável hoje na ciência moderna, então, como uma
intervenção reestruturadora dessas pode devolver em segundos à
normalidade de uma mão e um pé, tortos? - E continuou empolgado:
...E aquele
grupo de leprosas, eram umas 10 mulheres fenícias, sofriam da lepra branca;
Como pode, ficarem limpas, sem rastros de nódulos, livre de cicatrizes ou
das úlceras?
...E os
surdos? Era necessário fazer voltar a funcionar o órgão de Corti e suas vias
neurais onde fica a delicada membrana basilar, e tudo isso com extrema
delicadeza cirúrgica!
O discípulo
se entusiasmou ainda mais com as doenças complexas e continuou lembrando-se de
cada cura narrada, acrescentando ainda aterrado, os conhecimentos que dispunha
de medicina:
- E as
crianças dementes, também tidas como endemoniadas ou punidas por Deus,
com certeza entre elas havia as que hoje conhecemos como portadoras da síndrome
de Down!? Uma anormalidade no cromossomo, ou trissomia 21. Era preciso pra
curá-los retificar o segmento distal do braço longo do cromossomo 21, ora, é
esse segmento que contém os genes ( local onde se encontra o gene da proteína
beta-amiloide) que, por serem triplicados, representam a causa do
problema. Deixar de aparecer na criança as três cópias do cromossomo 21
seria um milagre genético, ou seja, teriam que ser consertadas e
modificadas em cada uma das milhões e milhões de células, impossível de
ser realizado em nosso tempo!! E a aparência física do rosto, também sumiria!
...E
aquele velho, que pelas descrições de “loucuras”, era também pra aquela gente
“demônios” sobre o infeliz, vivia amarrado pela família, sem lembranças
espaço-temporal, muita agressividade, com transtornos de linguagem, e os
distúrbios motores, é com certeza o que hoje conhecemos pelo mal de
Alzheimer! Ora, como devolver-lhe as memórias, que comparando hoje, é
como ser apagado a memoria do disco rígido de um computador. Em outras
palavras, o mal de Alzheimer destrói a complexa rede neural e seus cem bilhões
de conexões. Reconstruir tudo isso, devolvendo o frescor a milhões de
neurofilamentos, dendritos e axônios? Não há, segundo a ciência como
restabelecer memórias destruídas há tanto tempo!
...E,
finalmente, uma tetraplégica que possui uma medula esmagada ou
seccionada, como foi capaz de ser regenerada ou substituída, com todas as suas
conexões nervosas e devolver-lhe os movimentos dos membros inferiores
atrofiados?
-Sim! Tudo
isso foi devolvido àquelas criaturas são e salvos... – O discípulo arrematou
ainda confuso e impressionado:
- Como Jesus fez tudo isso? Que caminhos utilizou cientificamente falando?
- Eu não
sei. Simplesmente os fez. Está lá no Evangelho, Jesus ouviu os lamentos e
choros, teve compaixão, chorou junto e disse: “Se for da Vontade de
meu Pai, eu quero que meus filhos sejam curados”... E assim foi a resposta
do Criador às suas criaturas. Queres saber sobre que “caminhos” Cristo e Deus
usaram? Lembre-se, Deus não é humano e provavelmente meu caro, com certeza não
usaria os “caminhos humanos” e sua ciência ainda a caminho da luz, Ele usou e
usa os seus próprios caminhos. Não os chame só de sobrenaturais e misteriosos
porque são muito mais que isso, mas com certeza, são caminhos que ainda não
encontramos, porque tateamos nas trevas da ignorância...
O discípulo
comovido e agradecido por singela explicação, confessa:
- Como homem
de ciência, recebi uma das maiores lições da minha vida. O método científico é
tido pelos homens como sagrado, mas vejo que não é tanto assim... Sagrado é o
que ainda desconhecemos! De uma coisa eu sei. Naquele dia em Saidan, aconteceu
algo prodigioso, sobrenatural porque desconhecemos e não humano, por que não?
Afinal, ignoramos a naturalidade das curas, mas foi algo magnífico e benéfico,
misterioso, rápido como o relâmpago, impossível ainda hoje para ser levado a
uma mesa de laboratório científico, e tecer explicações!
Que mais
lições eu esqueci, Mestre?
- “Vós
sois Deuses, o que Eu faço vós podeis fazer e muito mais do que Eu.” –
Jesus (João Capítulo 10: 31)
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Cumpriu-se
a profecia de Isaías: “Ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e levou
as nossas doenças.”
terça-feira, 24 de junho de 2014
Nasce o precursor de Jesus Cristo!
O simbolismo da festa de São João tem várias nuances, que remontam à tradição das festas pagãs transformadas em festas católicas, mas que na verdade surgiu assim: “Acende a fogueira, João nasceu!” Parece canto de festa junina, mas foi uma ordem dada por Isabel assim que deu à luz, naquele ano também do nascimento de Jesus. Conta a tradição popular que o fogo foi a forma de comunicar o parto à sua prima, Maria, que estava em outro ponto do vale. Elas combinaram assim. Maria também estava grávida: seis meses depois, era a vez de Jesus vir ao mundo.
As datas, como disse têm seu encaixe a partir da data que se fixou com o nascimento de Cristo, Dezembro; sendo assim, seis meses antes, João fica como nascido em Junho.
Além dos laços familiares, João tinha outras coisas em comum com o Messias que daria origem ao cristianismo. Como Maria, Isabel também engravidou contra todas as probabilidades. Não era virgem, mas dizia-se que estava estéril e tinha idade avançada quando concebeu o último filho. Por também não acreditar nesta concepção,o marido de Isabel, Zacarias, foi advertido com uma prova de fé! O Anjo Gabriel o fez ficar mudo até o nascimento do precursor, João, 'Yehohanan'...
'Yehohanan' em pronúncia hebraica,se tornou um precursor de Cristo, um excelente pregador e ficou conhecido por batizar os gentios nas águas do Rio Jordão. Mas quando o apontavam como o esperado Messias dos judeus, ele anunciava: “Eu, na verdade, batizo-vos com água, mas eis que vem aquele que é mais poderoso do que eu, do qual não sou digno de desatar a correia das sandálias; esse vos batizará com o Espírito Santo e com fogo” - Marcos
cap. 1 (9:11) . Referia-se ao primo Divino.
Para ganhar de vez o apelido de “Batista”, realizou um feito capaz de fazer inveja a qualquer outro santo: abençoou o próprio Jesus, testemunhando em seguida a descida do Espírito Santo em forma de pomba e outros efeitos de um dia extraordinário, cujos detalhes constam no meu conto 'Tesouros do Mundo' – era o início da meteórica missão do “filho de Deus”.
As qualidades de João Batista lhe garantiram um lugar de honra entre os santos católicos. Equiparando-se a Jesus, ele é o único do qual se comemora o dia do nascimento, e não o da morte. A diferença de seis meses entre eles inspirou uma clara demarcação no calendário cristão: se dividirmos o ano ao meio, metade é para Jesus (de junho a dezembro) e a outra metade para São João (de dezembro a junho).
Essa divisão tinha razão de ser. A Igreja vinha se esforçando desde o século XIV para doutrinar a população da Europa Ocidental, ainda muito afeita a rituais pré-cristãos, como os cultos solares e lunares associados à vida agrícola. Naquele continente, a diferença entre as estações é importante. A Igreja Católica adotou esses marcos cósmicos, atribuindo aos primos João e Jesus dois momentos de honra para seus nascimentos: o primeiro, perto do solstício de verão; o segundo, perto do solstício de inverno. Era uma maneira de dar novo significado às práticas pagãs relativas ao fogo, que se eternizou, e, em nosso Brasil, mais ainda, principalmente no Nordeste, onde o santo tem muito prestígio.
Há, porém, no simbolismo da fogueira, uma intuição sentida por Isabel, a quem de fato tivera sido João em sua última missão entre os homens. O profeta Elias. Se lerem sobre a vida deste grande profeta no Antigo testamento, farão à relação a um fato muito importante de seu legado junto ao povo escolhido, quando envolveu uma situação delicada com fogueira e os falsos profetas do deus Baal- I Reis cap. 18 vers. 30:40
Jesus confirma isso,que João de fato era Elias "ressuscitado",- palavra mais exata na época pra explicar o retorno dos profetas. Quem quiser saber detalhes, leia em Mateus, cap. 17 vers. 9:13.
domingo, 22 de junho de 2014
O QUE É EVOLUÇÃO – PARTE V
Vamos finalizar nesta quinta parte do nosso “resumão”, tudo o que
entendemos por Evolução. Temos visto no mundo, através de nossa cultura ou
ciência, diversas posições sobre o que é evolução, onde mais detidamente se
observa e se estuda somente o aspecto biológico, geológico e sociológico quando
se fala em evoluir. Esquecem o principal! O que temos visto aqui nestas cinco partes
foi muito mais que isso. Entramos no assunto para ver o âmago de tudo; quisemos
perscrutar a gênese desse processo, enfim, o homem em seu tríplice aspecto:
corpo-alma-espírito. Para ser mais exato: biológico-espiritual! Queremos saber
“por que precisamos evoluir?”
A Evolução é um aspecto permanente do
Universo. O Cosmo, porém, é provisório. Tudo isto é fato! Basta lembrar que tudo
começou após o Big-Bang diferente do que é hoje; partículas, galáxias,
estrelas, planetas, tudo destinados a um “vir-a-ser”. Então, coube a este
“resumão” em particular, analisar a questão transcendente do homem em direção a
Deus. Creiamos ou não no Criador, os fatos cada vez mais colaboram para comprovar
que Evoluir é nosso destino e meta. Não
está apenas no âmbito religioso; e, como vimos, não é só a questão biológica,
geológica e sociológica.
Ao
iniciar nossa jornada com o Universo, não tem volta. Quando paramos para
filosofar, analisar a vida em nós e em nosso redor, sem admitir essa questão de
que participamos de um processo involuntário, inviolável e irresistível que é
Evoluir, a vida perde sentido. E como dissemos outras vezes: sem isso a conta
não fecha! Quando a realidade bate à nossa porta e nos desperta com as
provações da existência, é que nos damos conta de que há “algo mais”. Há algo
além no sofrer; há algo além no sentir dor; há algo além no porque termos de
enfrentar os portais da morte física!
O mundo parece nos dizer tudo ao contrário.
Nada parece que evolui e tudo parece ruir, se destruir; é que, nessa obra de Pietro Ubaldi, quando se estudar a
fundo esta questão, aprende-se que evoluir não é um trem seguindo um trilho em
linha reta. Há além de curvas, ciclos; há idas e voltas; há órbitas e trajetórias;
subir e descer; ir e retornar! Obedece a outras Leis; Leis que ainda não
dominamos e nem conhecemos de fundo, mas que as estudando e estudando-as em
parte como fazemos agora, nos aproxima para um entendimento; que nos alivia;
que nos conforta.
Vamos lá. Retornemos para concluir. Na
parte IV vimos as Três fases que o homem ainda involuído tem de seguir;
Ignorância; Experimentação; Conhecimento. O que mais nos afeta e nos perturba é
a questão do sofrimento e da dor como processo evolutivo. Perguntei a Deus
intimamente: “Mas tem de ser assim mesmo,
Senhor?” Quem já não fez este questionamento quando as provações chegaram a
algum momento de sua vida? Eu fiz! O livro Técnica
Funcional da Lei de Deus, que já citei aqui, me respondeu dúvida por
dúvida; nada ficou sem resposta. A segunda fase de o processo evolutivo vir a ser
da experimentação, vai nos levar ao aprendizado, seja ela com dor ou
sofrimento; ou não!... Tudo depende das escolhas. Tudo depende do que se
planta, para, no retorno de maturação da semente, não termos surpresas
desagradáveis. Escolhemos o que queremos colher lá na frente.
Vimos que o afastamento da criatura de seu
Criador foi a causa dessa perda do conhecimento. Isto implica que não há luz,
felicidade ou vida, sem Deus! No processo da fase ignorância, quando erramos e
lançamos uma trajetória Anti-Lei, leva a estabelecer, desde o princípio, os
caracteres da fase sucessiva; a trajetória seguinte; por isso, a segunda fase após o erro está
destinada a ser de sofrimento, de dor. Ora, o que leva o involuído a isso é
justamente do que ele se priva, ao se afastar de Deus. O ser, privado de
consciência e conhecimento, não sabe autodirigir-se com inteligência; ele segue
apenas os instintos e se deixa arrastar por eles. Nessa situação é fatal que o
ser erre, tome posições contrárias às Leis que agora não as conhece mais. Como
corrigir tais erros, fazendo-se compreender por quem ainda não tem capacidade?
Como ver, se está cego, ou como fazer-se ouvir se está surdo aos apelos Divinos?
Como exemplo, cito o homem em sua fase selvagem. Ele segue apenas instintos. Há
também fases no homem involuído, e no que vive hoje na Terra, já é diferente.
Ele já conhece a razão. Tanto ele quanto o homem selvagem são ignorantes, mas
somente perante as Leis Divinas, porém, para ambos o apelo para despertar é o
mesmo: Dor. O selvagem se esquiva da dor quando experimentando, viu com o que
não deve comer, o que deve beber, evitar com o que se fere, etc. Adquiri
conhecimento experimentando e não erra mais. Mesma coisa somos nós, ainda involuídos,
porém não mais selvagens, evoluímos em outro estágio. Falei nisso nas últimas
linhas da parte IV, que isto é o que disse quando se evolui sempre em um nível
biológico mais alto. O nível biológico que evoluímos hoje é muito mais alto que há 50 mil anos. Não resta
dúvida.
A principal função da evolução é corrigir
a criatura. Assim se justifica que apareça para nós na fase posterior de
Experimentação o sofrimento e a dor, necessárias na segunda fase para
desempenhar a função corretiva do erro. A Lei de Deus sempre vai estabelecer um
diálogo com o ser, dentro do seu nível biológico de entendimento, e ainda somos
infelizmente, tocados a fazer compreender a Lei pela dor. Para o indivíduo cuja natureza erra por
ignorância, não há meio mais seguro e eficaz. Por isso fizemos aquela pergunta:
como frear e fazer parar aquele que cada vez mais se afunda como Anti-Deus,
Anti-Lei, ferindo e destruindo tudo e todos ao seu redor? Por causa disso, a
cada erro a Lei reage com uma dor proporcional, a fim de cumprir a sua função
que é corrigir o ser. A finalidade principal é ensinar, e com isso, eliminar os
erros; a reação da Lei o coage e o restringe a fugir de tanto sofrimento e dor
que enfrentará em suas futuras existências, que analisando resultados tão ruins
dos erros que infringiu, faz cessar nele a vontade de repeti-los. Assim, Evolui
o ser. Deus responde à minha, à sua pergunta: “Tem de ser assim meus filhos, para vosso próprio bem!”
A
Lei de Deus tem sua própria técnica, técnica de salvação, que nos parece dizer:
“Erraste, corrige o teu erro”. O meio
para essa correção são os mecanismos da Evolução. Isto confirma que temos os elementos para
escapar da dor e do sofrimento. O mundo hoje está mergulhado na ilusão porque ignora
de onde partiu seu estado atual. Eis o problema da dor: A ignorância! A falta dela nos levará a chocar-se contra a
Lei, determinando assim suas contínuas reações. É justamente esta ignorância
que nos leva ao erro e esta à dor. Trata-se de uma “autopunição”, visto não ser
Deus o autor das punições, mas do próprio ser, que Dele se afastou. Nesta parte
V, vou insistir na questão do Conhecimento, porque este é o trabalho de todas
as criaturas no Cosmos, ‘trabalhosamente’ reconquistá-lo com a Evolução,
através de uma longa experiência. Aqui se confirma aquela questão da escolha,
da autopunição; se escolheu cair, é justo que agora lhe cabe a função de
reconstrução, que reconquiste o Conhecimento para subir.
Como recuperá-lo, se perdeu? Eis aqui uma
pergunta interessante, que nestes livros citados expõem que não é uma perda
definitiva. Ela é temporária. Está entregue nas mãos da criatura o tempo para
essa recuperação. Deus nos concedeu esta tarefa; cabe a nós o trunfo da
reconquista. Assim como afirmamos que cada filho de Deus não pode ser
destruído, porque tem a mesma substância de seu Pai, o Conhecimento não pode
ficar perdido para sempre! O ser, em sua queda espiritual pelo afastamento de
seu Criador, afundou este Conhecimento no inconsciente em que ficou latente e
de que é readquirido através da experimentação da vida neste Universo. Esta
experimentação, infelizmente é carregada de sofrimentos e dores, porque é
reconstruída em grande parte por erros, até que a evolução pouco a pouco nos
mostre pela experiência o que devemos evitar, se quisermos parar de sofrer.
Pois bem! Neste inconsciente vão-se
armazenando as novas experimentações, assimiladas, que assim se enriquecem e se
desenvolvem, dando ao ser, à sua personalidade, novas qualidades adquiridas.
Como isto ocorre? No consciente. O consciente é justamente a experimentação em
vida, que nos leva às novas aquisições. Somente com o superconsciente é que podemos
dizer que o ser afasta a ‘cegueira’ e abandona o método cognitivo do tato,
recuperando as funções perdidas da ‘vista’ que tinha antes da queda. Na condição
de vida atual, todos participam das três zonas do Conhecimento: inconsciência,
consciência e superconsciência. O ser que evoluiu, o gênio e o santo, ambos usam
mais a superconsciência. Vamos transcrever aqui o capítulo XII do livro citado
alhures, como ocorre este desenvolvimento: “o
Conhecimento, soterrado no inconsciente, se faz também através de três fases de
progressiva reconquista do Conhecimento e da consciência: 1ª fase) o
subconsciente que representa a parte mais baixa do consciente, onde estão
armazenadas as experiências vividas, embora do tipo animal; 2ª fase) o consciente, que representa a fase
ativa de experimentação e aquisição de novas qualidades mais evoluídas de tipo
humano, ao nível de vida atual; 3ª fase) o superconsciente projetado para
atividades futuras e dirigido a realizações hoje imaginadas sob forma de
ideais. Todos os seres, porém, no degrau evolutivo que atingiram, estão
empenhados, de acordo com o nível e grau de desenvolvimento, nessas
reconstruções de consciência. Cada forma de existir representa um determinado
plano de evolução conseguida, isto é, um dado grau de reconstrução realizada,
do reino mineral ao vegetal, ao animal, ao humano e ao super-humano. Cada vida
se eleva no substrato das suas experiências passadas, vividas nos planos mais
baixos; tem delas, no íntimo, o fruto que constitui sua sabedoria, isto é, a
sua emersão do inconsciente e conquista da consciência na subida do AS para o S. É por estas razões que o homem guarda consigo a sabedoria da
vida mineral, vegetal, animal, através das quais reconstruiu até a sua atual
fase humana; e agora, percorrendo-a, prepara-se para a super-humana, que
entrevê na luz do ideal lonquíquo.”
É isto meus queridos, minhas queridas! O
trabalho de reconstrução para evoluir é árduo. Recuperar o Conhecimento é duro
e lento. Fácil foi o de involuir, de destruir. Mesma coisa podemos ver no nosso
mundo. O que dá mais trabalho, destruir uma casa ou construí-la? Assim é a
nossa vida que deve ser refeita tijolo por tijolo, refazendo nossa casa que
tínhamos no mundo do S, de Deus,
derrubando-a. A metáfora se dá da mesma forma com a matéria desse Universo no AS, que também evolui. Não tem como se
livrar deste mundo que vivemos hoje o destruindo, porque sei, o que queríamos
era nos livrar dele, pois aqui impera as trevas, a maldade, a crueldade, a dor,
o sofrimento e a morte. Como não querer se livrar disso tudo? Porém, não
podemos tê-lo como inimigo, porque é este mesmo Universo de matéria em que estão
todas as oportunidades de redenção. Esta matéria tem de ser transformada, assim
como todos nós. É da Lei. Mas, da mesma forma que a Lei reage contra quem não a
obedece, ela é amiga e dá a mão a quem coopera com ela. É este o verdadeiro
significado quando Jesus nos ensinou o perdão eterno, sete vezes, sete vezes. Usando
a metáfora da casa. Quando qualquer ser pede a Deus perdão, porque destruiu por
vontade própria sua casa, abre-se lhe as portas do arrependimento, e ao mesmo
tempo a do reparo. Sempre! Por isso a tarefa de construir nova casa vai
deixando o ser cada vez mais cansado dessa insanidade de repetir tanto o mesmo
erro, que não vai querer destruir de novo, para não enfrentar o penoso trabalho
da dura, lenta e imensa da reconstrução. Esta percepção é quando ele evoluiu.
O que é um ser evoluído? A resposta não
seria dizer que muda então o seu conceito nominal como apenas um “ser
superior”. Ele não é um santo, nem um anjo, ingênuo ou inexperiente; a resposta
mais correta, seria dizer que é alguém que provou e conhece a vida, mesmo nos
seus planos mais baixos, de onde, porém, fez esforços no passado para emergir.
Jesus é um evoluído? Neste entendimento, não! Ele é superior. É diferente, dado
é claro aos contextos e níveis evolutivos dos quais nos escapam agora, porque
só sabemos evoluir na base do chicote da Lei. Cristo experimentou outras formas
para chegar até Deus, onde deu provas, por vontade própria que estava pronto,
colocando-se como exemplo de obediência e resignação, perante a Vontade do
Altíssimo. Jesus é um redimido, como será um dia todos nós conquistando nossa
redenção. Por este motivo falava tanto neste sentido de redenção. Por este
motivo também, Ubaldi nesta obra demonstrou que as três fases 1-ignorância,
2-experimentação, 3-conhecimento, chama-se “Ciclo da Redenção”. Como mesmo
afirmou Cristo, que sua Paixão na cruz era Seu “retorno” ao Pai, sua redenção.
Retornemos, pois também!
·
S = (mundo de Deus, Absoluto); AS = (universo da criatura, Relativo)
domingo, 26 de janeiro de 2014
O segredo do 3!
O segredo do 3!
O número
3 é o número do Universo! Embora seu
funcionamento ocorra por processos duplos na Lei de dualidade, no movimento dinâmico pelo qual funciona desde o “princípio”, é pelo três que tudo é
determinado.
Podemos nos
debater em curiosas situações, como por exemplo, na vida de Jesus com este número, apenas
para termos um aperitivo pelo aspecto da numerologia. Por exemplo, foram três o reis magos que vieram lhe
reverenciar; sua missão de forma ostensiva ocorrida e iniciada com o batismo,
se deu aos 30 anos (3+0=três); três anos foram seu ministério na
Terra; uma de suas frases mais fortes do que Ele representava, tinham três
palavras: Eu Sou o Caminho, a Verdade e a Vida; teve 12 discípulos (1+2=
três); Judas o traiu por 30 moedas
(3+0= três); antes de ser preso, revelou
que Pedro o negaria três vezes; Jesus foi crucificado com mais 2, formando 3 crucificados no calvário; morreu aos 33 anos (três, e três), na terceira
hora e ressuscitou no terceiro dia!
Enfim, uma
coincidência imaginária ou um recado místico para quando pudéssemos entender,
percebermos que o número 3 é o número da criação? Cada um fique com sua
conclusão. No entanto, há muito mais coisa que pode explicar o advento do três.
Não quero desenvolver aqui o numeral 3 por sentido cabalístico ou da
numerologia, até porque nem tenho total conhecimento e vou escrever besteiras,
mas quero aprofundar no sentido matemático, da prova pelo bom senso e pela
razão. Há uma trindade matemática, assim como há uma trindade mística,
espiritual, este último, meu principal estímulo para escrever sobre isto. Então vamos a elas:
Pitágoras e
seu teorema a2+b2=c2
explicando por sua famosa fórmula os três lados do triângulo; as principais e maiores pirâmides
são três e possuem três lados, conhecido na matemática pelo “número perfeito”;
a vida começa pela lei de dualidade em unir macho e fêmea, para formar um
terceiro ser; é necessário o espermatozoide + o óvulo para ter o feto (três);
nossa vida se baseia em três momentos infância, adulto e velhice; temos três
estados marcando o espaço-tempo do universo que são passado, presente e futuro.
Eis porque afirmamos que o número três é o número do universo, a começar porque
ele ser Tridimensional, e tudo nele é Trifásico, constituído em tudo por: espírito, energia, matéria. Três
aspectos de uma mesma unidade: Deus!
E esse
aspecto mais forte encontra-se no evangelho de João, onde explica que tudo
forma uma Trindade, conhecida pelas
religiões com a união do Espírito, do Pai e do Filho. O processo criador é
trino. No livro Deus & Universo,
Pietro Ubaldi explica isso no capítulo XII e XIII, e escreveu assim: “São João iniciou
seu Evangelho com palavras estranhas, refertas de profunda significação e
geralmente incompreendidas. Ciência e filosofia, não conseguindo alcançá-las,
negligenciam-nas e as resolvem ignorando-lhes a existência. Entretanto, elas
contêm a chave do Universo. João, ao certo, iluminado por Cristo, as havia
compreendido.”
Quem puder
ter acesso ao link que vou expor no final, leiam esta parte e entenderão aquele
início, onde João começa assim: “No
princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.” Está
exposto aqui o processo criador com três fases distintas, porém únicas. É o que
Pietro explica como o Todo-Uno. O que é o Verbo? O verbo representa a ação. O
processo criador nasce de uma ideia, Concepção, primeiro momento; vai para o
segundo momento do Verbo, ou seja da Ação, gênese; e termina no processo com o
“criado”, terceiro momento, Filho. Resumindo, Concepção+Verbo = Criação. Três
aspectos de Deus ser. Em outras palavras eis a famosa Santíssima Trindade: 1-Espírito; 2-Pai e 3-Filho. Vou transcrever
aqui como está no livro citado: “O Espírito representa o primeiro momento da Trindade do
Uno, o puro pensamento divino, a ideia, não ainda ação. Dele deriva o segundo
momento, quando a ideia, dinamizando-se, encaminha-se para a atuação. Eis o
verbo gerado, o Pai, de que nasceram todas as coisas. Do Pai deriva o terceiro
momento, a obra completada, a forma concreta em que a ideia-mãe encontra a sua
final expressão, o Filho. Cada momento está no Todo e o Todo está em cada um.”
Aqui foram
citados alguns “segredos” do número 3. É ou não o número do Universo e da
Criação?
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Link para
ver o trecho do livro Deus & Universo: http://www.pietroubaldieditora.com.br/
domingo, 22 de setembro de 2013
A Lei de Deus no processo Evolutivo
Entendendo
a Lei de Deus no processo Evolutivo.
Antes de escrever a Parte V, que finaliza aqui
o tema Evolução, transcreverei um trecho do capitulo IV do livro
objeto de nosso estudo, a fim de compreendermos que, tudo ocorre no nosso
Universo, mediante a um conjunto de leis previamente estabelecidas pelo
Criador, visando à liberdade concedida, ou seja, o livre-arbítrio para as criaturas.
Sem a Lei de Deus, a evolução não ocorreria. Segue...
“(...) A Lei resiste como um muro
contra toda desordem. Atenta `a sua integridade, resiste contra quem ameaça
desequilibrá-la. Essa Lei não é uma coisa longínqua e genérica. Nos seus
princípios fundamentais é como uma árvore feita de um tronco central, de que
partem muitos ramos e uma infinidade de folhas. Assim a Lei geral se subdivide
em muitas leis menores, que são tantas quantas as formas dos seres e dos
fenômenos. (...)
(...) É preciso aprender a mover-se com
disciplina, respeitando as normas estabelecidas por essa ordem inviolável
dentro da qual estamos situados. Ignorá-la significa sofrer depois. Só com
conhecimento e obediência se pode evitar a dor e o sofrimento. (...)
(...) Tudo o que existe está imerso
nessa Lei; não podemos, pois, ir contra a ela a cada passo. Devemos compreender
que a finalidade da vida é redimir-se da dor, efeito da revolta, e só se
consegue através da evolução. Se num primeiro momento a revolta contra a ordem
do S gerou o caos do AS, num segundo momento a
disciplina da ordem deve reconstituí-lo tal como nasceu no Sistema.
Sabemos que o fio condutor do caminho da existência é constituído dos seguintes
termos, reunidos no mesmo ciclo: ordem no S, revolta, → involução
até a dispersão daquela ordem no caos do AS, → estado de
ignorância, → erro,→ dor,→ experiência,→ conhecimento,→ obediência,→ retorno a
ordem do S. Assim o ciclo se fecha, tornando ao ponto de partida.
Eis que a lei da existência é o avançar em direção do Sistema, ao longo do
caminho da evolução. (...) ”
- S = Sistema (mundo de Deus, Absoluto); AS = Anti-Sistema
(universo da criatura, Relativo)
- → (destaque meu para dar o significado de “foi para”).
- Trecho do Capitulo IV do livro “Técnica Funcional da Lei de Deus.”
Pietro Ubaldi.
segunda-feira, 10 de junho de 2013
Parte IV - O Que é Evolução?
A pergunta que todos fazem ao ler sobre
este assunto Evolução, é querer saber o que fez Deus escolher este sistema de
vida onde passamos por estágios tão difíceis nos mundos de provas e expiações,
e não nos criou logo “evoluídos”? Evoluídos não nascemos, e por sabermos que Deus é Perfeito, cria-se assim um abismo muito grande entre o Criador e Sua criatura. Ora, quem nos criou foi Deus! Fica assim um contraste
inexplicável até então, de sermos criados por “algo” que é Perfeito, gerando
seres imperfeitos, que necessitam de evolução. Deus é a suprema sabedoria, e criaria filhos ignorantes?
Hoje, usando o bom senso e a razão, o sentido místico e espiritualista do homem
que evoluiu, percebe nisso mais uma vez o choque. O choque aqui é a incongruência.
Uma contradição que nos faz rejeitar que quando somos gerados por alguém ou algo, temos de nascermos como quem nos criou, em absoluta igualdade e “semelhança”. Repito
sempre isso quando toco neste assunto, que é observar o comportamento do mundo e
sua natureza; vemos com isso uma tendência, um sentido único para todas as coisas.
Nesta questão de uma criatura gerar outra criatura há uma lei a ser obedecida,
como em tudo no Universo. A lei da genética. É uma lei única! Filho de gato é gatinho; filho de
cachorro é cãozinho; filho de homem é menininho, menininha; Ora, filho de Deus
é o quê? Deuses! Pode ser outra coisa? Claro que não! Por que Deus criaria a lei genética para a natureza, e Ele
mesmo não criaria em semelhança, idêntico a si? Percebem como isto não é
possível? Acharíamos o Criador incoerente! E por que isto não é possível?
“Vós
sois deuses!” Alguém conhece esta frase? Sabe por quem foi dita? Jesus.
Está em João, capítulo 10, versículo 34. Há profundidade em tudo que Jesus
fala, basta que procuremos entendê-las. Pelo exemplo que demos da lei genética,
Deus não criaria algo que seja diferente de si mesmo, porque tudo é Sua obra.
Se não admitirmos isso, há outro ‘deus’, ou algo fora, além ou aquém de Deus. Isto sim
seria contraproducente. O perfeito então não gera o imperfeito. Para acabar com a incoerência, com o tal “abismo”, de
Deus ser perfeito e não gerar o imperfeito, que começamos assim a IV parte
sobre a Evolução. Essa contradições somos nós mesmos que as alimentamos por pura ignorância. A contradição não pode vir de Deus que é perfeito, mas do
homem, perfectível. O ciclo sobre evolução vai se fechando e começamos a deixar tudo amarrado,
e sobre este assunto então temos até aqui juntando as outras partes I, II e III: A Evolução existe porque um dia houve
involução; na involução os seres perderam seus atributos da perfeição, e assim se explica porque a
humanidade precisa evoluir: porque precisa agora recuperar o Conhecimento, pois é
hoje ignorante das leis divinas, e com isso gera o erro, o erro choca-se contra
as Leis, a Lei que não pode ser violada e exige o reparo, neste reparo o homem
sente dor e sofre; e, finalmente, somos seres divinos, porém hoje, neste
Universo recomeçamos simples e ignorantes, necessitados da evolução. A conclusão é fácil! Involuímos,
perdemos o conhecimento divino, eis a gênese, as causas do sofrimento, da dor,
da morte. Deus não criou nada disso! Está na Bíblia em Sabedoria 1, versículo
13: “Deus não criou a morte”.
Por ter involuído, as criaturas/filhos ou seres que
a isso experimentaram perderam sua condição original. A perda aqui não é em
substância, porque continuamos com a mesma natureza, a divina, o que perdemos
foram nossos atributos: Poder, Felicidade, Conhecimento. É por este motivo que
nossos espíritos são imortais, porque somos da mesma natureza e substância de
Deus, indestrutíveis. Há assim com esta perda de atributos divinos, uma entrada de criaturas que eram luz, verdade e
conhecimento puro, nas trevas, no reino das mentiras e ilusões, da ignorância
pura. Isto é um fato. Se não houver este sentido, a conta não fecha, e nunca entenderemos porque precisamos evoluir. Há aqui algo muito profundo. Atentem! Houve uma escolha, e essa escolha não foi de Deus e sim de sua criatura. Parte da criação decidiu entrar nas trevas da ignorância. Como
podemos sair desse contraste onde Deus, que é Luz, perfeição absoluta, gerar
filhos para viverem no reino do sofrimento? Sim! Evoluir é duro e causa sofrimento. Como pode Deus que é Felicidade, gerar o
sofrimento? Como pode Deus, alegria suprema, gerar a dor? Como pode Deus que é
vida, gerar a morte? A Bíblia revelou por profunda inspiração, uma verdade
incontestável: Deus não gerou nada disso! Porém, suas criaturas que são livres,
têm Livre-Arbítrio, as criaram! Eis a "escolha". O tema é profundo e carece de muita leitura e estudo.
Tentamos simplificar ao máximo, porém,
entender a complexidade desse processo que realmente ocorreu quando o Universo
iniciou sua jornada de Evolução, somente lendo e estudando a obra de Pietro Ubaldi, onde nestes 4 livros, A
Grande Síntese, Deus e Universo,
O Sistema, Queda e Salvação, haverá a compreensão plena de como este fato
ocorreu; explica em detalhes como parte das criaturas que hoje precisam evoluir, chegaram a esta decisão, a esta escolha. O meu “resumão” dá apenas uma ideia, e nos coloca pra pensar e
observar certas coisas que não batem, quando pensamos e tratamos do assunto. Mesma coisa
quando Kardec veio explicar detalhadamente o processo da reencarnação. Sem esta
outra chave, a conta também não fecha, quando admitimos que Deus é todo
Bondade, Amor e Justiça.
O objeto de estudo destas 5 Partes sobre Evolução, eu o tirei do livro de Pietro: A Técnica Funcional da Lei de Deus. Nesta Parte IV estamos explicando sobre
sermos ignorantes, motivo pelo qual o Universo se comporta com leis evolutivas/corretivas,
porque em algum momento, parte das criaturas divinas perderam suas qualidades
divinas, e o principal deles foi o Conhecimento. Não nos cabe aqui explicar
detalhadamente quando e como foi este momento, por isso citei as obras de
Ubaldi, pois não é à toa que ele explica isto em 24 livros. Por isso chamo aqui
estas 5 partes de “resumão”. Pois bem, não vamos aqui analisar este “antes”, momento da tal escolha em nosso livre-arbítrio,
e vamos apenas nos circunscrever ao “hoje”. A Técnica de como a Lei de Deus funciona
hoje, tem em sua essência, levar o ser a evoluir. Esta técnica é de reconstrução
do ser. Por isso falamos em leis corretivas. Todo o Universo está em um transformismo incessante, com objetivo de
levar todas as criaturas ao seu ponto de partida: Deus. Tudo partiu Dele, e a
Ele devemos retornar. O ser ao involuir se afasta de seu Criador, porém, por ser feito da mesma essência, substância e natureza divina, instintivamente é
arrastado a lutar por esta volta. É inevitável; é infalível. Como bem assegurou Jesus: “Nenhuma ovelha se perderá; todas se salvarão!”
Isto é muito mais que uma metáfora; é muito profundo, e comprova que a função
do Universo é redimir as criaturas que nele vivem e lutam. De tantas fadigas e
dores, o ser levanta a cabeça para o alto, implorando salvação.
Esta é a nossa realidade biológica: Luta.
A concepção mística na batalha apocalíptica entre o bem e o mal teve seu início
naquele momento em que cada criatura que se afastou de Deus, perdeu sua "visão
celeste". Por causa da ignorância, ficou cego, às escuras, tateando no abismo em que se meteu,
chocando-se contra as leis que agora desconhece. Aquele que caminha afastado de seu Criador, anda às escuras e não sabe aonde está o próximo buraco que o levará a dor e ao sofrimento. Deus sempre nos deixou
a liberdade de escolhas, de caminhos e destinos, mas em contrapartida, por causa dos desvios que sempre procuraremos, criou um
método de salvação, caso deturpássemos tudo, tomássemos a direção errada, e emborcássemos os valores positivos.
E assim o fizemos. E Eis o Universo! Este caminho que o ser agora experimenta,
tem uma técnica: Técnica da redenção! Técnica esta que agora aprendemos a
observar e que a ciência um dia irá revelar. Ela obedece a um sistema
trifásico, cuja função é corrigir aquelas trajetórias (lembrar o exemplo do
político na parte III) usadas pela humanidade, que ignorante das leis, segue
mal orientada no caminho para o sofrimento e dor. Este ciclo trifásico segue os
trilhos da redenção. O fenômeno tem três momentos ou períodos em seu
desenvolvimento, no processo reconstrutivo do ser, com três fases distintas:
fase 1-Ignorância; fase 2- experimentação; fase 3-
conhecimento. Voltemos ao exemplo da trajetória errada do político, que como
algoz feriu e sacrificou muitas vítimas na miséria. O aspecto corretivo dessa
trajetória lançada errada contra a Lei segue estas fases:
1- A ignorância gera a fase inicial do erro
(lançamento da trajetória errada);
2- A experimentação, com a fase curativa da
dor (correção da trajetória);
3- O conhecimento gera a fase da cura
(trajetória justa, no trilho que redime).
A Técnica é esta em todos os seus
aspectos, e tem a função de concluir no indivíduo sua reconstrução, readquirindo
o conhecimento, chegando à cura, e à sua consequente salvação; sua redenção é
concluída quando atingidas estas metas. A primeira fase exemplifica que o ser
partiu da ignorância gerando o erro, e vai concluir na terceira fase, no seu
extremo oposto, o conhecimento. Partiu
ignorante, experimentou a reação da Lei, chegou ao final com conhecimento. Aquele erro não cometerá mais. Fechou o
clico em sentido Evolutivo. O nosso ponto de partida atual é de ignorância,
porque estamos no Universo Relativo, da criatura, o AS;
o ponto de chegada é conhecimento, porque este pertence ao S, mundo Absoluto de Deus. O homem age negativamente usando as
armas do mundo em que vive, porém, seu objetivo oculto, instintivo é agir positivamente,
para ascender ao mundo Divino. A primeira fase do ser ignorante errando leva-o
fatalmente à segunda fase destinada a ser de dor e sofrimento. Mais uma vez aqui,
fica patente que Deus não gera nada disso para seus filhos. Nossa ação, nossa
sementeira, é que nos dará nossos frutos a colher.
A ignorância é uma coisa tão cruel, que
faz o ser ficar surdo aos apelos de seu Criador, e cego no caminho que
escolheu, caindo em abismos cada vez mais frequentes, a medida de tentativas e
erros. A Parábola de Jesus sobre o Filho Pródigo encaixa-se
perfeitamente aqui. A escolha para este caminho é totalmente da criatura. Mais
uma vez, quando desperta como ser espiritual, experimenta como homem a sua
natureza emborcada. Se a causa primeira para as criaturas viverem o ciclo evolutivo
foi perder o conhecimento, hoje, a nossa natureza negativa reflete este ato, com nosso
egoísmo separatista. Natureza invertida. Gênese dos erros. Isto nos leva a procurar somente
vantagem própria e no gozo ilusório que a essa procura satisfaz
momentaneamente, e só nos detemos dessa loucura, quando somos obrigado a parar, com a
chegada da dor e do sofrimento. Viram que o ser humano que vive neste planeta
não pode conhecer outro meio de salvação? O homem com os instintos do egoísmo e
da luta separatista, inicia uma arrancada desenfreada caindo cava vez mais no AS Anti-Sistema, se afastando de Deus, e
como nosso Criador faz para fazê-lo parar de procurar mais sofrimento? Coloca-lhe
limites através das Leis, até readquirir o conhecimento. Por isso nosso ambiente é de luta.
Depois que experimenta estas três fases, o homem reflete que sua ação egoística produz resultados tão ruins que o faz cessar sua vontade de repeti-los. Esta é a história de quantos fizeram ou fazem fortuna no mal. O político experimentou um momento ilusório de satisfação e sucesso com sua ação nefasta, porém, o que obteve como lucro? Dor, e sofrimento; muito sofrimento. Ora, esta conta é muito burra, pois neste erro, nessa trajetória errada ele se afirmou crendo ter vencido, pois se deu bem naquele instante, porém, na realidade perdeu. A Verdadeira lição disto tudo vem depois, na segunda fase da experimentação, fase curativa com dor, corrigindo sua trajetória errada, quando entrou na órbita anti-Lei, anti-Deus.
Depois que experimenta estas três fases, o homem reflete que sua ação egoística produz resultados tão ruins que o faz cessar sua vontade de repeti-los. Esta é a história de quantos fizeram ou fazem fortuna no mal. O político experimentou um momento ilusório de satisfação e sucesso com sua ação nefasta, porém, o que obteve como lucro? Dor, e sofrimento; muito sofrimento. Ora, esta conta é muito burra, pois neste erro, nessa trajetória errada ele se afirmou crendo ter vencido, pois se deu bem naquele instante, porém, na realidade perdeu. A Verdadeira lição disto tudo vem depois, na segunda fase da experimentação, fase curativa com dor, corrigindo sua trajetória errada, quando entrou na órbita anti-Lei, anti-Deus.
Tudo isto ocorre porque aqui, no mundo ilusório
e relativo do Universo, emborcamos tudo; os valores divinos estão invertidos. O
homem sente sua natureza divina motivado por buscar a felicidade, porque
instintivamente ele a perdeu, e esta perda se deu por revolta, rebeldia e
afastamento de Deus, por isso suas ações na busca dessa felicidade se dão em sentido
invertido, agindo com desvios, enganos, acima de tudo e de todos, de forma
contrária a sua origem divina, assim ele em vez de subir, desce mais ainda. Em
vez de achar felicidade, encontra decepção, tristeza. Então, neste momento de trevas,
ignorante, ele escolhe os caminhos que o levam a mais dor.
Como vimos, essas trajetórias seguem
órbitas, e essas órbitas são usadas pela humanidade em sentido contrário,
negativo. Órbitas anti-Deus! Umas vez lançadas, não param. Elas seguem sua trajetória até o final, afim de serem reparadas. É Lei que a órbita siga o caminho da ascensão! Depois de passar pelas três fases do ciclo
evolutivo, o homem retorna seu caminho na trajetória justa, a órbita-Deus. A
Lei é tão sábia, que aproveita a ação má do homem pra agir em função do bem,
porque quem feriu, um dia será ferido, a seu turno quem foi algoz, hoje é
vítima. Este ciclo vai servindo e acabando por etapas quando cada ser atinge a
evolução. O exemplo mais perfeito pra isso se encontra no capítulo VI do livro objeto desse estudo sobre
evolução, citado acima, em que a vida é como um laboratório de química onde o
homem ainda não estudou as leis químicas: “(...)Nela encontramos todos os elementos e nos exercitamos na sua combinação
de modo mais diverso, mas pela nossa ignorância das leis da química não
conhecemos os resultados de suas operações. Fazemos contínuos erros, porque
misturas e combinações se fazem ao acaso; (...) Assim se faz com as
experiências da vida. As reações já sabem funcionar por si e as combinações
seguem a Lei que já conhecem.; o homem, porém, não a conhece e deve descobri-la
por meio de suas experiências. (...) A
vida coloca o homem no laboratório, a fim de que, experimentando, aprenda. A
cada experiência, ele toma conhecimento de uma nova reação e combinação química.
(...) Assim se enriquece o próprio patrimônio de conhecimentos, com tantas
novas qualidades adquiridas, que vão fazer parte integrante da personalidade, como
ideia inatas e naturais impulsos instintivos. Desse modo, a personalidade se
vai construindo através da experiência agora fixada e o ser vai recuperando a
sabedoria do S, perdida com a queda no AS ”.
Eis o ciclo universal da evolução: Ignorância,
Dor, Conhecimento. São três fases; três
momentos da salvação. Esse esquema triplo erro-dor-redenção, repetir-se-á sempre num nível biológico cada vez melhor, mais alto. Nessa massa de destinos
em nosso mundo de Provas e Expiações, encontramos os três tipos vivendo em cada
uma das três fases: o pecador, o penitente, e o redimido. O primeiro vive o
erro, o segundo se corrige com a dor, o terceiro goza do resultado da lição
aprendida. Estes são os variados tipos de destinos vividos pelos seres humanos,
como gotas de chuvas incontáveis, formando um rio que vai desembocar em um
oceano, o mar de Deus!
·
S
(mundo de Deus, Absoluto); AS
(universo da criatura, Relativo)
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